Avózinha (Sim, com acento...)

Janeiro 22 2009

No ano de 1987 deve ter acontecido muita coisa, não me lembro de nenhuma a não ser quando a Sabrina me irrompeu pela casa a dentro, infelizmente apenas pelo sinal de televisão, contagiando toda a gente de alegria, vendia saúde em cada píxel da imagem da televisão.

 

 

Ah rapazes rapazes rapazes, digam lá que não era uma alegria ver...quer dizer, ouvir a moça a espalhar as notas vocais através das colunas da caixinha mágica. E verdade seja dita, que na rádio ou em no vinil a música não soava da mesma maneira, a alegria estava lá mas era como se faltasse alguma coisa.

 

Foi talvez a primeira música feita a pensar nos surdos/deficientes auditivos, pois, a interprete ia como que traduzindo o espírito da música através da sua excelente linguagem corporal, uma tradução em simultâneo mas muito mais interactiva do que aquela habitual (habitual mas não tanto quanto devia) janelinha no canto inferior direito onde alguém vai comunicando através de lingua gestual.

 

Este vídeoclip é a antítese dos anúncios de publicidade, ou seja, sempre que surgem anúncios dá-me logo vontade de mudar de canal, algo que nunca me deu quando passava esta música. Recordo-me que na altura a cada vez que visualizava o clip estava sempre à espera que com tanto pulo uma das gêmeas se libertá-se daquele top de bikini opressor, como se a “história” pudesse ser diferente por alguma vez.

 

Presentemente estou muito melhor e já consigo passar alguns dias sem pensar no assunto, mas se por um acaso nalgum daqueles programas de música revivalistas passa este tema, é garantido que não mudo de canal e fico bem atento nas esperança de...«quem sabe se é desta que ela deixa escapar uma».

 

(devem estar a pensar que tenho uma preferência por seios avantajados...não, gosto de seios em geral)

 

Inté


Janeiro 22 2009

Escrever sobre a tomada de posse do novo presidente norte-ameriano é um acto para mim inevítável, não apenas por ser um grande acontecimento mas também porque todas as grandes individualidades opinaram sobre o assunto, e eu claro está não me posso deixar de fora...tenho as minhas responsabilidades.

 

Em género de confidência e aqui só para nós, a minha opinião era à muito esperada na Casa Branca e analistas de todos os quadrantes. A cerimónia só se fez por que eu descansei os yankes de que escreveria no próprio dia ou o mais tardar no dia seguinte, os meus afazeres não me têm dispensado muito tempo para alimentar o Avózinha e não é a nação mais poderosa do mundo que me vem dizer o contrário, não cedo a pressões de ninguém.

 

Dito isto, quero deixar aqui uma palavra para o presidente cessante...XAU!

 

Na sequência das boas notícias e já que estou a falar em gente inútil e que não acrescenta valor à sociedade, li uma notícia que tenho esperança de que seja verdade, «José Castelo Branco (JCB) desiste de Portugal», parece que o personagem não pensa em voltar. Apesar de achar que a pessoa em causa não faz mal a ninguém, penso que faz bem em ficar por onde está («não voltes não, aqui ninguém te compreende!»). Vá-se lá saber porque George W. Bush me fez lembrar o JCB, só se é por não entender muito bem porque votaram num e chamam o outro para fazer televisão, já que nenhum tem competência para o cargo respectivo...não deve ter sido isso.

 

Estes dias têm sido preenchidos com um rol de curiosidades que a imprensa tem divulgado acerca da cerimónia que vai investir Barack Obama como novo presidente dos US of A, a mim isso não me diz nada, parei de prestar atenção quando tomei conhecimento que “tínhamos” oferecido um cão para colorir a relva da residência do presidente, mas que o canídeo ainda não tinha nascido e nem sequer a cadela tinha levado a respectiva traseirada do macho. Isto é mesmo nosso.

 

Barack Obama tem o meu apoio (que vale o que vale) e tem também uma tarefa tremenda pela sua frente, o seu discurso é mobilizador e espero que consiga levar a bom porto os seus intentos, para bem dos Americanos e do mundo em geral, conhecida que é a sua influência pelos quatro cantos. Julgo que perante todas as adversidades que afligem a conjuntura global as expectativas estão demasiado altas, não existem milagres e não é possível mudar este cenário do pé para a mão, vamos acreditar e esperar para ver, pelo menos o caminho parece ser o acertado.
I hope you can!

 

Inté


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