Avózinha (Sim, com acento...)

Agosto 19 2010

Hoje pela primeira vez começo a escrever sem nenhum assunto pré-definido, deixo-me ir ao sabor da corrente e o primeiro pensamento que me ocorreu foi...

 

Quando nascemos somos trazidos de novo à vida, ou conduzidos para a vida depois da morte?

 

...o que acabaram de ler. Ora porra (achei que «ora bolas» não seria apropriado), não estivesse eu faz algum tempo a padecer de preguiça intelectual e isto era frase para me fazer pensar e ocupar a mente por muito e muito tempo, não sem antes desmaiar com o choque que me causaria tal dilema, mas atenção, um desmaiar à machão, sem cheliques nem grito de desvairo, muito menos a mãozinha à banda.

 

Não é que eu tenha problemas com a minha masculinidade nem com a falta dela noutros, por mim está bem o que faz a felicidade de cada um e não estorve a dos outros, é mais uma questão de afastar potenciais ideias sem sentido para mim, já me custa afastar o mulherio excedentário que insiste em assediar-me. «Gaba-te cesto» dirão vocês, mas não é pelo meu charme de certeza, muito provavelmente terá a ver com a fama que este espaço me deu, sabem como é, sou mais um daqueles “famosos” de Portugal que só alguns poucos conhecem, e a fama traz disto. Gostava de poder dar atenção a todas mas enfim, sou obrigado a usar algum critério, escolho sempre as mais inteligentes e atinadinhas claro.

 

Como já vos disse, não estou para grandes pensarías (que linda palavra acabei de inventar) por isso resolvo a questão rapidamente. Seja em que vida for, a ser trazidos ou a ir, o preferível é aproveitar da melhor forma o que se nos vai proporcionando...e claro, para não pensarem que ando sob o efeito de drogas, não se trata só de desfrutar, há que ir levando umas porradas pelo caminho. Uns mais que outros, mas não escapa ninguém, talvez a diferença seja existir quem goste.

 

É realmente uma questão muito pertinente e sobretudo subjectiva, dou o exemplo do empréstimo para compra de habitação, tenho a ideia de o estar a pagar faz algumas vidas e que ainda me faltam outras tantas para terminar. Todos os meses a tortura se repete e lá vai uma fatia importante do meu orçamento para essa rubrica, a parte boa será o gozo que sinto por acreditar que a casa é minha. Talvez o mesmo se passe com a nossa vida, todos os dias pagamos mais uma prestação, sabe-se lá a que “banco”, se desistir-mos, ficamos sem nada, leva-nos tudo...por enquanto vai sendo nossa, assim queremos acreditar.

 

Outro dilema que se me coloca é «durante o pouco tempo que escrevi isto, quanto mais de Portugal ardeu?». E também porque é que os chamados «macacos do nariz» se chamam assim, quem os baptizou dessa forma, em que estaria a pensar? É sabido que não são mais do que poluição que se vai acumulando nos pelos do nariz, então porquê este nome, será porque dá para “pendurar” em qualquer lado? Ou terá a ver com alguma característica de quem o degustou? Já vi vinhos com notas de prova que referiam «suor de cavalo» e «xixi de gato» tudo características que não soam muito bem mas não são consideradas negativas. Enfim, tudo coisas que me apoquentam, ninguém me explica nada.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:50

Eu perguntaria: Será o sol que conduz a estas reflexões ?
mc a 22 de Agosto de 2010 às 16:40

O Sol, o Expresso...um desses.
Avózinha a 22 de Agosto de 2010 às 22:39

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