Avózinha (Sim, com acento...)

Julho 21 2010

O pior que pode acontecer a um animal que se julga extinto, é o Homem descobrir que afinal não está. Uma vez vi um filme com o Arnold schwarzenegger em que ele era uma espécie de tutor de várias pessoas que estavam ao abrigo de um programa de protecção de testemunhas, o mais importante era nunca ninguém saber onde estas se encontravam ou a sua (delas) vida correria sérios riscos.

 

Lóris-delgado-vermelho podia ser o nome de um actor brasileiro, conhecida é a imaginação dos nossos irmãos brasileiros em arranjar nomes, mas não é o caso, trata-se do nome de um primata originário do Sri Lanka que se pensava extinto há mais de 60 anos, mas que afinal não está. Bom, aqui entre nós, ou ele contrata o governador da Califórnia para o proteger ou, agora que foi redescoberto, está tramado.

 

Redescoberto? Ou será achado? Com a confusão gerada em torno do (suposto) descobrimento do Brasil, que passou a achamento, ou sabe-se lá que mais...fico sem saber o que lhe chamar, mas vocês já perceberam a ideia. Resumindo, esta espécie (ainda) não se finou e até foi fotografada para que a prova conste e não haja dúvidas da persistência do Lóris.

 

 

Lóris tem 17 cm, assim sendo é bem maior (dizem) que a pila de um Japonês (não sei porque me fui lembrar de fazer esta comparação mas enfim, os Japoneses que fiquem descansados porque a discussão sobre se o tamanho importa nunca chegará a consenso...ou talvez sim) e como podem ver pelo seu olhar esbugalhado, este já percebeu que ao ter sido encontrado, achado, descoberto, redescoberto, etc. a sua sorte mudou e não foi para melhor.

 

Se se diz que as plantações de droga são um flagelo para a humanidade, no caso deste nosso amigo o problema é outro, as plantações de chá e café têm ajudado a suprimir a espécie...já nem sei se continue a beber chá e café ou me meta na droga. O chamado efeito borboleta tem neste caso competição com o efeito elefante, um síndroma de que padece a espécie humana, tudo onde pisa...

 

(Fonte: sic.sapo.pt)

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:20

É preciso ter azar!
Andar sessenta anos escondidinho entre as folhas e ser achado/encontrado/descoberto/incomodado esses anos depois...
mc a 26 de Julho de 2010 às 22:05

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