Avózinha (Sim, com acento...)

Novembro 10 2008

Isto hoje vai ser longo.
Li uma notícia (no sapo) que me despertou a atenção, sobre a descoberta de um esqueleto (de uma mulher) com 12.000 anos, e que vou tentar  dissecar o melhor que sei (o que não é grande coisa aviso).

 

«O esqueleto de uma mulher que viveu há 12.000 anos foi descoberto no norte de Israel, anunciou nesta quarta-feira a Universidade Hebraica de Jerusalém, que supervisionou as escavações.
Uma equipa do Instituto de Arqueologia dessa universidade, dirigida pela doutora Leore Grossman, descobriu em Natufian, na Galiléia, os restos de uma mulher ricamente adornados.»

Até aqui tudo bem...interessante.

 

«Entre os adereços encontravam-se 50 cascos de tartaruga, a pélvis de um leopardo, um pedaço da asa de uma água dourada, o rabo de uma vaca, dois crânios de pássaro e uma pata de javali. Por isso se especula que esta mulher pudesse ser praticante de feitiçarias.»
ADEREÇOS! Chamam a esta javardice toda adereços! Perguntem aos gajos da forense (C.S.I.’s como está na moda) e vão ver que a conclusão deles é  simples e bem diferente. Esta desgraçada mendigava á porta de um “restaurante” da altura e vivia dos restos/sobras que iam jogando fora. Ou pensam que na altura havia rendimento mínimo para dar de comer a esta pobre coitada, mas compreendo, chamam-na de feiticeira sempre dá um ênfase á coisa.

 

«O pé de um homem adulto também foi encontrado no lugar.»
Bem, nem sei o que dizer, isto está a tomar contornos pouco agradáveis, já não bastava aqueles “adereços” todos e agora isto. Depois de muito pensar sobre o assunto julgo que é evidente que foi algum que não quis pagar a conta do restaurante e na altura era este o trato que recebiam os caloteiros. Além do mais prova-se que a protagonista não praticava canibalismo, ou então não estava assim tão desesperada, se não aquele pézinho tinha marchado.

 

«O comunicado indica também que dez grandes pedras foram colocadas sobre a cabeça, a pélvis e o fêmur direito da mulher, cujo corpo foi encontrado colocado, com os joelhos dobrado, contra o muro meridional de um túmulo em forma oval.»
Esta é simples, alguém quis pôr uma pedra sobre o assunto, simplesmente mais nove tiveram a mesma ideia, daí serem dez os calhaus.

 

«Grossman explica que os métodos e o cuidado nos ritos funerários desta mulher revelam que ela ocupava uma lugar importante na comunidade.»
Á pois ocupava, enterrada numa espécie de central de compostagem...isto é que status!

 

«Os adornos encontrados no túmulo podem provar que o seu grupo atribuía a ela relações mágicas com os animais.»
A javardice continua, agora até de bestialismo insinuam a esta pobre alma que apenas ansiava pelas sobras do dia a dia. Paz á sua alma!

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:29

Por causa deste tipo de nojices é que eu sou a favor da cremação. Não vejo qualquer utilidade em guardar cadáveres. Todos deveriam ser reduzidos a cinzas. Oferece menos riscos ambientais que o sepultamento do corpo em covas e não deixa vestígios, não há cá pezinhos "de coentrada", pezinhos de atleta ou qualquer outro tipo de pezinhos, nem patas de javali, nem rabos de vaca, nem asas de águias douradas, nem objectos contundentes, nem vibradores...vibradores? Alto lá! Agora fiquei com curiosidade em saber qual era o objecto de prazer utilizado pela mulher há 12 mil anos. Seria a pata de javali? O rabo de vaca cheira-me mais a sadomasoquismo, "chibatadas"! Ah grande maluca! Para mim o esqueleto encontrado pertence a uma estrela porno neolítica!
Pedro Silva a 12 de Novembro de 2008 às 11:32

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