Avózinha (Sim, com acento...)

Maio 04 2009

Quando um indivíduo está com vontade de desperdiçar hora e meia do seu tempo nada melhor que se pôr a ver o filme português «O Contrato» foi o que me sucedeu e, minha nossa, bem que podia se chamar «A Estopada» . Já sei o que provavelmente estão a pensar «Então porque viste?» ou «Querias ver os seios da Cláudia Viera não foi?» e até podiam estar certos mas até não foi esse o caso, que me perdoem as pessoas que trabalharam no filme mas torturar desta maneira quem gosta de cinema, é uma grande maldade.

 

Grande maldade foi o que a Cláudia Viera decidiu fazer ao seios, que definitivamente não foram a razão da minha curiosidade pois já os tinha visto muitas vezes na promoção do filme. Não compreendo o que leva uma mulher bonita no auge da juventude a levar a cabo uma transformação destas, digo-o sem ter visto como eram antes, mas creio que as mulheres são como a jóias, preciosas, umas mais discretas do que outras, mas o seu valor e beleza nunca poderá depender do tamanho.

 

Não me parece ser assim tão difícil fazer cinema Português de qualidade aceitável, já nem peço mais que isso, e não creio que seja um problema de orçamento, sabido é que nunca poderemos competir com as super-produções de Hollywood (mas isso ninguém pode) no entanto basta olhar aqui para os nossos vizinhos espanhóis para ver como é possível fazer coisas bonitas. Ainda recentemente vi um desses bons exemplos «800 balas» de um realizador que já nos habituou a qualidade, Álex de la Iglesia.

 

Por cá também vão surgindo alguns bons exemplos, mas poucos, na minha humilde opinião há espaço para fazer mais e melhor, julgo que com “pouco” dinheiro é possível fazer filmes (haja bons argumentos) como «Dot.Com» de Luís Galvão Teles, que vi faz tempo. Casos como estes poderiam ser rentabilizados e ajudar a desenvolver uma industria que cá praticamente não tem expressão, e já que há tanto desemprego...já viram a quantidade gente que aparece no fim do filme quando passam os créditos.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:48

Epá, não vi e acho que nem vou ver. Para ver seios, vejo os meus todos os dias. Ao menos o rabo do gajo era bom??? É que esse pessoal mete gajas nuas nos filmes e não se lembra que as gajas também gostam de lavar a vista. Apesar da capacidade da compreensão do filme ser maior, é outro nível.

Beijos
perdida_nos a 5 de Maio de 2009 às 20:02

Para ver rabos de gajos, vejo o meu LOL
Avózinha a 5 de Maio de 2009 às 22:52

Filmes portugueses? Pois, raramente valema pena.
Há uma coisa q me faz muita aflição: é a qualidade do som. Não consigo perceber nada do que eles dizem!
E por muito bonita que possa ser a imagem, gosto de perceber o enredo.
Se calhar ainda estamos na época dos filmes mudos e aquilo é por gestos.

De qualquer maneira é sempre com grande desconfiança que vejo um filme português e nem me lembro qual foi o último!
Conceição a 5 de Maio de 2009 às 20:42

Se fosse em Tailandês talvez ajudasse
Avózinha a 5 de Maio de 2009 às 22:54

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