Avózinha (Sim, com acento...)

Maio 29 2011

humano
(latim humanus, -a, -um)
adj.
1. Do homem ou a ele relativo.
2. Bondoso, benfazejo, compassivo.

 

humanidade
(latim humanitas, -atis)
s. f.
1. O conjunto dos homens.
2. Natureza humana.
3. Género humano.
4. Bondade.
5. Benevolência, compaixão.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:31

Maio 26 2011

(Não fui eu que escrevi, mas podia...) 

 

Its a real strange world.
Sometimes I feel like its not my world.
But it's the only world Ive got.
Or maybe, Maybe its different now, different now then it used to be.
I don't know, I cant remember...Hold on...Wait a minute...

 

Cause you can feel it in a summer breeze, theres something in the trees. Some kind of long lost feeling.
It kinda feels like there's something wrong. Something that we doing, or not doing like its far gone.
Another way that maybe we forgot, but maybe we still need. And what am I not remembering?
Cause i can feel it in a summer breeze, and it keeps calling me. Keeps calling me. Yeah.

 

So I'm singing out the verse, start singing again.
And I'm playing cause the bells start ringing again.
And I'm gaining hope and I start thinking again.
And chasing after your in-born concept.
I catch a flick in the mirror cause I'm looking for you.
And all I see is me but I know that's hardly true.
The T.V. lies to me, Red, Green and Blue.
Turn it to black, cause (maybe?) I can still see you.

 

Cause you can feel it in a summer breeze, there's something in the trees. Some kind of long lost feeling.
It kinda feels like there's something wrong. Something that were doing, or not doing. Its far gone.
Another way that maybe we forgot, but maybe we still need. And what am I not remembering?
Cause I can feel it in a summer breeze, and it keeps calling me. And it Keeps calling me. Yeah.

 

I try to search inside myself to find the right and the wrong.
But its so complicated knowing what to keep anymore.
Its even harder to put in the words while writing this song.
For some reason I can't move along.
Cause Karma happens, doesn't matter bout which bibles I got.
And I can feel it in the air whether I read it or not.
So I'm continuing to search and watch the road that I walk.
Its on the tip of my tongue so I talk.

 

Cause you can feel it in a summer breeze, theres something in the trees. Some kind of long lost feeling.
It kinda feels like there's something wrong. Something that were doing, or not doing. Its far gone.
Another way that maybe we forgot, but maybe we still need. And what am I not remembering?
Cause i can feel it in a summer breeze, and it keeps calling me. And it Keeps calling me. Yeah.

 

I can't remember in my mind, Way back before my time.
A memory lived through my DNA line, and.
I can see in in the sign, That we could be just fine,
that history reveals the truths we need to find, but.
The memories are long gone. Forgotten truths (said from the youth?) so many years since Babylon, So
So we sing it in this song, with hope to resurrect conciseness back through our daughters and our sons, yea.

 

Cause you can feel it in a summer breeze, theres something in the trees. Some kind of long lost feeling.
It kinda feels like there's something wrong. Something that were doing, or not doing. Its far gone.
Another way that maybe we forgot, but maybe we still need. And what am I not remembering?
Cause i can feel it in a summer breeze, and it keeps calling me. And it Keeps calling me. Yeah.

 

Cause I can feel it in the summer breeze.
It kinda feels like there's something wrong.
Another way like maybe we forgot.
Cause I can feel it in the summer breeze.
Calling me.

 

I get a feeling that I'm having me before i can speak.
And when I could, I couldn't tell people how it felt to me.
Its like there's something in my heart that lets me know that I'm free.
But I dont ever know when that will be.
That's if I name it or so if it even happens at all.
Cause I'm related to a place I've never been to or saw.
Until that day I'm watching, waiting on this road that I walk.
It's in the back of my mind all day long.

 

Inté

publicado por Avózinha às 19:59

Maio 25 2011

Tuga1: Parece que durante a campanha o PS tem oferecido bilhetes para visitar o Oceanário Sea Life do Porto.
Tuga2: Puxa, estamos mesmo em austeridade...o mínimo aceitável seria uns bilhetes para as Seychelles.


Inté

publicado por Avózinha às 20:27

Maio 18 2011

A verdade é sempre mais fácil quando pomos os outros a confrontar a sua.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:21

Maio 16 2011

«Um grupo de investigadores britânicos da Universidade de Keele, no Reino Unido, chegou à conclusão que dizer palavrões em caso de dor não se trata de falta de educação mas sim de um alívio real.»

 

Foda-se, eu sabia! Desculpem o palavrão, isto era uma dor que me atormentava faz muito tempo e precisava de aliviar um pouco o sofrimento. Abençoados cientistas ingleses Richard Stephens e Claudia Umland, ambos conduziram o estudo que concluiu que dizer palavrões propicia um alívio da dor.

 

Quer dizer, eu já tinha cá as minhas desconfianças acerca das conclusões a que estes investigadores agora chegaram, isto porque, é um facto que quando alguma maleita me apoquenta soltar uma asneira faz-me sentir logo um grande alívio...ah isso sem dúvida que sim. É como se a cura se tivesse iniciado.

 

Agora calma, o estudo também revela que se banalizarmos esta prática evocando obscenidades por «dá cá aquela palha» o efeito deixa de ser tão benéfico, assim, guardem sempre uma das boas para as ocasiões mais especiais, não vão morrer da cura. Está visto que o nosso organismo vicia-se facilmente, nas drogas, no alcool, etc. agora é sabido, também nos palavrões.

 

Os ingleses já devem ter dado um nome todo pomposo a esta nova terapia, por cá desconheço se o baptismo já foi feito, mas o Avózinha aceita e dá sugestões, podeis participar, desta vez a bem da ciência. O que acham de Obscenoterapia?

 

Parece que já estou a imaginar o Sr. Dr. a fazer a prescrição aos doentes «vou aqui passar-lhe uma receita de uma 5 sessões de Obscenoterapia, depois se não se sentir melhor, venha cá que dou-lhe mais 5». A parte do diagnóstico também será no mínimo interessante, no lugar por exemplo da habitual auscultação «respire fundo» ou «diga 33», passará (talvez) a ser mais algo do género «ora, quando eu carregar no sítio que lhe dói, vai soltar um Foda-se bem alto...ok!?»

 

(reparem como resisti bem à dor e apenas disse duas vezes palavrões...e como doeu resistir)

 

(Fonte: naturlink.sapo.pt)

 

Inté


Maio 11 2011

Um inglês/britânico de seu nome Daniel Terry fez-se passar por sem-abrigo e demonstrou ser possível ganhar mais, pedindo esmola, do que um professor ou enfermeiro – por exemplo – auferindo cerca de 27 mil libras durante um ano. Segundo a notícia que li, deixou toda a gente boquiaberta - após este facto revelado - toda a gente...excepto o “vosso” Avózinha, que apesar de ainda não ter visto um porco andar de bicicleta ou as galinhas terem dentes, não se deixa influenciar assim sem mais nem menos.

 

É verdade que o meu (dele, o Avózinha) raciocínio pode ser fraco, mas mesmo assim, não é inexistente, e por pouco que seja...é o que há e não se deixa condicionar, a menos que haja um suborno que o justifique. Pior que alguém que mendiga, é alguém que burla fazendo-se passar por tal, e como se não bastasse de doentio, só faltava uma reportagem a insinuar que quem ganha abaixo talvez fosse melhor ir estender a mão para rua para elevar os rendimentos.

 

Talvez então melhor mesmo fosse irmos todos para treinadores de futebol ou pilotos de fórmula 1 (a título de exemplo) mas só para os bem pagos, porque ao que parece, feitas as contas a realização pessoal deve ser tratada como uma diarreia, toma-se qualquer coisa para que passe pois só causa é transtorno. Claro que a vida não pode assentar só em lirismo, há que procurar algo que nos garanta a subsistência...mas já que buscamos, que tentemos algo que possa fazer as duas coisas e só em último caso nos resignemos.

 

Alguém que anda de mão estendida só porque sim, porque ganha mais assim do que se tivesse uma profissão a sério, como Daniel Terry, é uma autêntica desgraça para quem mendiga de verdade. Acima de tudo uma traição para os que da melhor forma que podem e sabem solidariamente apoiam quem precisa.

 

Mendigar deve (devia) ser um acto desesperado de resignação e não um mero cálculo financeiro, muito menos feito por quem estudou e investiu para ser jornalista...os que mendigam “por gosto”, esses são fraudes, espíritos vazios, gente doente ou de fraco conteúdo. Mendigar “só pode estar ao alcance” de quem fracassou em tudo, no trabalho, na vida, na família, nos sonhos e vontade de prosseguir. É só para quem desiste, não resiste e está só.

 

(claro que neste assunto podem discordar do Avózinha, que aproveita para vos desejar felicidades para a vossa nova carreira)

 

(Fonte: agenciafinanceira.iol.pt)

 

Inté


Maio 09 2011

Tuga1: Vem aqui a dizer no jornal «Taliban lançam ataque coordenado em Kandahar na sua “ofensiva de Primavera”»
Tuga2: Hum...e então!?
Tuga1: É pá, por esta altura já deveriam estar a lançar a de Outono/Inverno.

Inté

publicado por Avózinha às 23:20

Maio 08 2011

Já percebi porque ganharam os Homens da Luta o Festival da Canção, faz tudo parte de um engenhoso plano que culminou com o pedido de ajuda de financiamento externo por parte deste nosso canto a que chamam país. Mais uma vez o Avózinha a cumprir com o serviço público (de borla, e sem subsídios pá) e a desvendar um enredo só ao alcance dos grandes génios, pois claro, como de costume.

 

Eu já estava a achar muito estranho o pedido de ajuda não sair, o nosso ministro «cabeça de giz» tinha dito, se os juros da dívida passassem dos 7% era coisa para chamar logo o «Carmo e a Trindade» (em Português Redondo) ou seja «o FMI» em politiquês. Até cheguei a pensar que não chamavam por não quererem admitir a incompetência de quem nos tem sucessivamente governado ao longo de décadas, mas afinal parece que não foi isso.

 

O Coelho (não o da Páscoa, nem o Jorge, mas o Passos) também me estava a ralar, então homem queria ser 1º Ministro e nunca mais havia eleições...pensei, pensei, mas afinal o que se passa aqui (?) está a escapar-se-me alguma coisa...e tal. O Coelhinho foi com o Pai Natal e o FMI no comboio ao Circo...desculpem, estou a fazer confusão, o que quero dizer é que, o Coelho, a passos viu a mesma oportunidade, que vou revelar de seguida.

 

O que o (des)Governo e o Coelho (concertadamente) fizeram do Festival da Eurovisão foi, uma espécie de novo Tarrafal, se bem que a cruz não será tão grande, mas só porque neste caso, podemos desligar a Televisão e do Tarrafal ninguém escapava à tortura, de resto...livra. Como é que eu não vi logo este plano pergunto, fazem os «Homens da Luta» ganhar o Festival, mandam os rapazes para a Alemanha e está feito, Jel e Falâncio caiem que nem uma imperial a acompanhar uns tremoços. Devem ter gasto um dinheirão em chamadas, mas está a chegar dinheiro fresco, não há problema.

 

Já viram o que seria os «Troikianos» (nome que se dá a membros de uma Troika) a caminharem para os Ministérios ao som do kikiirikiki acompanhado de pedidos megafónicos de Ferraris e Maseratis para o povo (pá), lá se ia o empréstimo por água abaixo. Para não falar do alívio que têm sentido os partidos políticos durante este tempo de exílio dos dois rapazes no Tarrafal da Eurovisão, em especial os dois maiores partidos e que tanto têm rejubilado por mais um atestado de incompetência passado por mais uma Troika.

 

À terceira é de vez, portanto a «Troika 3» deverá ser a última, resta só saber se será por não precisarmos mais, ou se simplesmente não vão estar mais disponíveis para aturarem a nossa incompetência. Não é por nada mas, mais que uma trilogia já começa a soar a filme pornográfico (que eu nunca vi mas oiço falarem) «Troika 22 – Dói mas eles gostam», no entanto a ver vamos o que o futuro nos traz, para já, que traga de volta daqui a alguns dias Jel e Falâncio, entretêm-me e não me estão a ir ao bolso.

 

Entenderam agora porque ganharam os «Homens da Luta» o Festival da Canção....

 

(Fonte: algunscomprimidosaocalhasmisturadoscomalcool.pt)

 

Inté


Maio 06 2011

Tuga1: Os Sindicatos da Função Pública revelam que a greve de hoje teve uma adesão de 60%...
Tuga2: Pois!
Tuga1: O Governo diz que a adesão foi de apenas 2,54%.
Tuga2: Hum...a matemática de certeza que esteve de greve.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:19

Maio 04 2011

Bin Laden não está morto, estava farto da fama, comprou uma casa ao lado da do Elvis e foi viver para lá.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:35

Maio 02 2011

O imparável Hugo Chavez, quando não está a mimar a Administração Norte Americana com os elogios que são do conhecimento geral (classificou muito bem Bush Jr. como «Mr. Danger» e «Donkey») é porque está ocupado com outros afazeres. Nada lhe passa despercebido, o que deve dar uma trabalheira imensa, estar “atento” a tudo e todos para que nada escape ao controlo. É que isto de governar um país é uma coisa tramada, ou melhor, o povo é tramado, tem ideias para todos os gostos e depois nem todas (lhe) interessam.

 

Uma das notícias que me deixou mais descansado é que na Venezuela a polícia é responsável por 66% dos assassínios. Bom vamos ser precisos/justos, citando Gabriela Ramírez, coordenadora de um órgão estatal venezuelano que visa defender os direitos dos cidadãos:

 

«Devemos manifestar preocupação pelo facto das polícias estatais serem responsáveis por 43,30 por cento destas violações e as polícias municipais por 22,80 por cento das privações arbitrárias da vida»

 

Está reposta a justiça, 43,30% para a polícia estatal, 22,80% para a polícia municipal, o resto é para bandidagem sem escrúpulos que devia era estar presa...ou tirar o curso de polícia e legalizar o seu status. Resumindo, 34%  assassina, 66% comete actos de «privações arbitrárias da vida» o que, muito provavelmente devido à minha ignorância, era um termo que até agora desconhecia, estou mais familiarizado com «limpar o sarampo» «oferecer um fato de madeira» ou «mandar desta para melhor» por exemplo.

 

No que toca a manter sob controlo a iniciativa privada Hugo Chavez não brinca em serviço, e os assassinatos não fogem à regra. Não se contentando com uma Golden Share como faz o nosso governo na PT, Chavez é mesmo o accionista maioritário no ramo das «privações arbitrárias da vida» e com razão, não fossem começar a chateá-lo por considerarem a Golden Share ilegal, como nos faz a Comissão Europeia.

 

É tudo uma questão de números, e que me perdoem a visão economicista da coisa, na Venuzuela uma percentagem minoritária dos assassinatos está entregue (até ver) ao privados que assim podem gerir entre si a quota de mercado que lhes cabe explorar. E o melhor mesmo é os 34% (que devem ser americanos a viver por lá) estarem caladinhos, nada de começar a reivindicar, porque se não o Sr. Presidente nacionaliza o resto. Gabriela Ramírez já «manifestou preocupação».

 

(Fonte: tvi24.iol.pt)

 

Inté


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