Avózinha (Sim, com acento...)

Março 28 2011

O «Financial Times» sugeriu esta semana que passou que Portugal deveria ou teria a ganhar em tornar-se uma província do Brasil. Eu compreendo perfeitamente porque proferiram os ingleses tal afirmação, para eles o nosso pedaço de Ibéria é apenas um espaço para onde eles vêm “perder” os filhos e embebedar-se até cair, na verdade depois de estarem com os copos tanto se lhes faz o país em que estão, Português (ou outra língua) não conseguirão nunca aprender a falar e desde que a cerveja continue a correr...

 

Aqui o Avózinha não se importa de fazer a vontade aos «Redneck’s», desde que a publicação «Financial Times» passe a ser vendida como suplemento da «Revista Maria» junto com o consultório sexual. E que me perdoem os leitores da revista, não quero que se sintam desprestigiados, afinal de contas poderiam sempre usar as páginas desta hipotética nova secção para forrar o caixote do lixo, dessa forma evitavam estragar as fotos da Lili Caneças e do José Castelo Branco, entre outras preciosidades pois claro.

 

Enfim, não há que fazer dramas, desde que a crise financeira tomou conta do planeta esta malta tem descansado pouco, e depois todo o stress envolvente causa-lhes algum desnorte. Sobretudo, estava a pensar nos nossos irmãos brasileiros, tantos séculos para se livrarem de nós e depois voltávamos a cair-lhes nos braços...e claro, estava a pensar em mim também, é que confusão por confusão, pirar-me para o Brasil foi ideia que já me passou pela cabeça. Eu de brasileiros não gosto, mas das brasileiras sim, «oxente! mulhé di bunda baita di gostosa».

 

Há que analisar cientificamente estas ideias, no fundo são resquícios do imperialismo, em Portugal apesar de já termos perdido faz muito tempo as colónias, ainda vamos tendo a mania das grandezas e a gastar como se as caravelas estivessem continuamente a desembarcar as riquezas trazidas de além mar. Os ingleses padecem do mesmo, anexar é com eles, da Irlanda, Escócia, etc., até ás Maldivas...os tempos são outros, para eles, e para nós.

 

Mas não devemos generalizar, não vamos pôr os justos a pagar pelos pecadores, lá como cá há muita gente boa, e por terras de sua majestade não faltam atributos que me «agradem», gosto das inglesas, dos Monty Python, do futebol (sim lá é mesmo futebol), dos Rolling Stones, de tanta coisa, das inglesas...ups, já tinha dito essa. E também gosto do «Financial Times», mesmo sem ser suplemento da «Maria» o meu caixote do lixo continua a ser exigente nas suas necessidades.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:46

Março 14 2011

Tuga1: Comissão Europeia e BCE terão descoberto um buraco nas contas públicas portuguesas.
Tuga2: Oxalá não caiam nele...ou nunca mais de lá saem.

 

Inté

publicado por Avózinha às 19:59

Março 10 2011

Puto vai a casa da vizinha, aflitinho, pede se pode fazer xixi pois a mãe ainda não chegou, podem acontecer duas coisas.


a vizinha vai à porta:

 

Joãozinho: Olá vizinha! (já estou! Pensou ele)
Vizinha: Olá João, estás bom?
Joãozinho: Sim. Vizinha, posso usar a sua casa de banho?
Vizinha: Então não consegues entrar em casa?
Joãozinho: Não tenho chave.
Vizinha: Não tens chave de casa?
Joãozinho: Não, esqueci-me...(e lá vai ferrando os joelhos um no outro) e a minha mãe ainda não chegou...
Vizinha: Ai não? Onde é que ela foi?
Joãozinho: Não sei! (diz ele já a encolher-se)
Vizinha: Então hoje saíste mais cedo da escola?
Joãozinho: Não, mas ela deve estar atrasada. (diz ele dançando já uma espécie de lambada para manter a pressão entre as pernas)
Vizinha: Se ela sabe que chegas a esta hora já cá devia estar, mas não deve ter acontecido nada.
Joãozinho: Pois...
Vizinha: Se calhar está mesmo a chegar.
Joãozinho: Sim. (um sim com a voz muito ténue)
Vizinha: Vai lá então, antes que faças pelas pernas abaixo.
Joãozinho: (pernas para que quero, direitinho ao altar dos alívios)
Vizinha: Então, já está? (pergunta ela ao vê-lo de volta)
Joãozinho: Sim! Obrigado vizinha! (ia estando, pensou ele)
Vizinha: Quando precisares já sabes, se a vizinha estiver aqui, podes tocar.
Joãozinho: Obrigado vizinha!
Vizinha: A tua mãe já deve estar a chegar. Queres ficar em casa da vizinha enquanto ela não chega?
Joãozinho: Não é preciso, até logo! (já com a voz recomposta e a energia de criança de volta)

 

o vizinho vai à porta:

 

Joãozinho: Olá vizinho!
Vizinho: Olá João, estás bom?
Joãozinho: Sim. Vizinho, posso usar a sua casa de banho?
Vizinho: Podes, vai lá.
Joãozinho: (pernas para que quero, direitinho ao altar dos alívios)
Vizinho: Então, a namorada pôs-te na rua? (diz o vizinho na brincadeira ao vê-lo de volta)
Joãozinho: Não (responde sorrindo meio envergonhado), esqueci-me da chave.
Vizinho: Ai essa cabeça, só pensa em miúdas depois é o que dá.
Joãozinho: (sorriso)
Vizinho: Então e agora, ficas na rua?
Joãozinho: A minha mãe deve estar a chegar.
Vizinho: Queres ficar em aqui enquanto ela não chega?
Joãozinho: Obrigado, não é preciso, até logo! (já com a voz recomposta e a energia de criança de volta)
Vizinho: Vai lá ter com elas vai, seu malandro!

 

(se é que existe moral a retirar do que alguma vez escrevo, bem poderia ser que dá sempre jeito ter/fazer boa vizinhança, por todos os motivos e mais algum, então em caso de aflição...só temos de nos compreender uns aos outros...mas quem disse que o mundo era perfeito!? E depois há vizinhos e vizinhas)

 

Inté

publicado por Avózinha às 19:57

Março 06 2011

Aqui não se contam piadas sobre o Carlos Castro...este blog não se mete em paneleirices.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:43

Março 03 2011

Das mulheres só me interessa o que está para lá da roupa.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:49

Março 02 2011

Alguém se lembrou agora de desenterrar um estudo do ano 2000 que concluiu que o Amor é uma droga, ou melhor, dito por palavras deste leigo, tem sintomas semelhantes ao consumo de droga. Eu, propositadamente, não li o artigo para poder dissertar livremente como o ser errante que tenho direito de ser, não quero que me conspurquem a mente mais do que já está e sendo de Amor que se está a falar não admito interferências científicas.

 

Não deixo no entanto de assinalar que vivemos numa era de abundância de drogas onde se questiona se se deviam legalizar algumas, ou por outro lado acima de tudo  sensibilizar as pessoas para os malefícios do seu consumo. Haverá vários tipos de drogas assim como de amor, cada um com os seu efeitos, umas vezes nefastos e decadentes, outras, simplesmente inebriantes e condutores das mais belas sensações...mesmo que momentâneas, não se escolhe.

 

Um estudo cientifico pode ser conduzido com paixão, mas quer-se com abundantes doses de rigor e acima de tudo racionalidade e evidências, o que pode ferir de morte qualquer conclusão que seja acerca de tão especial arte, a do amor. Mesmo assim tenho de me render de que é um facto, e falo apenas por mim, que as sensações que me causa fazem-me ter de admitir alguma dependência e procura constante, mesmo quando por vezes até compreenda que me está a fazer mais mal do que bem.

 

Haverá no entanto (talvez) mais procura pelas drogas do que pelo amor, considerando que uma droga pode ser qualquer coisa que nos causa dependência e é evidente que anda tudo “agarrado” ao consumismo ou a ressacar, pelo fim de semana especial, o restaurante maravilha, o telemóvel xpto, a roupa que ainda não se comprou, a exuberância que a aparência alegadamente nos dá. Quando o que torna o momento especial somos nós, assim como o Amor.

 

Inté


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