Avózinha (Sim, com acento...)

Junho 08 2010

Courtney Love (CL) faz parte do grupo de pessoas que escutam o meu conselho de sempre «quem não tem dinheiro não tem vícios» e faz muito bem. Eu não sei de nada a não ser o que “oiço” dizer na imprensa, e o que dizem é que a rapariga recorre a muitas substâncias para manter um Nirvana contínuo (perceberam o trocadilho? Estou orgulhosíssimo de mim), mas é como já vos disse, ela pode suportar esse estilo de vida, porque se assim não fosse seria de criticar. Não sou invejoso, se fosse, o primeiro alvo seria ela...malditos endinheirados, podem ter tudo o que querem.

 

Kurt Cobain deixou-lhe um legado muito valioso, uma parte sobre os direitos da obras musicais dos Nirvana, parte essa que CL já vendeu 25% por 50 milhões de dólares. Os restantes 75% foram alvo de uma proposta de aquisição por uma empresa que se dispõe a pagar 162 milhões de dólares para adquirir a propriedade sobre as obras que segundo CL estão assombradas, considerando por este motivo seriamente desfazer-se de tal fardo.

 

Ó sua @£#$%&$%£@ do €§£@#$% se fosses para o @§€£&%$# não ias melhor!? Queres saber o que está ensombrado (?) as contas que tenho para pagar todos os meses, a hipoteca da casa, a insegurança financeira que se vive, etc., estas coisas é que já tentei exorcizar e nada, voltam sempre para me atormentar, e com uma regularidade que isso sim, assusta, por muito que esteja já habituado fico sempre um pouco abalado

 

Quando era miúdo e me davam algum dinheiro diziam-me sempre «não gastes tudo e não compres só porcarias», Sabe-se lá o que Kurt lhe disse antes de morrer, ou ela percebeu mal ou está a seguir à risca. O que mais me revolta nisto tudo são a verbas exorbitantes envolvidas, na minha opinião o principal motivo para tanta pirataria em tudo o que são obras artísticas, seja música, filmes, livros, etc., chega à disposição dos fãs/interessados a um preço exorbitantemente estúpido.

 

As grandes produtoras e/ou distribuidoras pagam fortunas pela assinatura de contratos com o fim de garantir os direitos sobre a propriedade artística, depois, além de tudo isto ainda garantem para elas lucros avultados, assim, quando chega ao preço final quem paga a factura são sempre os mesmos. Eu também sou contra a pirataria, mas contra os dois tipos de pirataria, de quem copia e de quem explora o negócio desta forma...não vejo nenhum dos dois acabar, porque um alimenta o outro.

 

Existe ainda uma terceira forma de pirataria, os que fazem das cópias um verdadeiro negócio, pegando em algo que nem sequer lhes pertence e vendem, estes não são piratas, são bem pior. De facto tenho pouca compreensão para aceitar um preço final de um álbum de música (por exemplo) custar tanto dinheiro, se somarmos o valor de um bilhete para ver a banda ao vivo, ou um filme em DVD mais a ida ao cinema para desfrutar da magia da tela gigante. Um artista (à escala mundial) hoje em dia fica rico, bastando-lhe fazer apenas uma obra que tenha êxito, mais o lucro de quem explora o negócio, sempre tudo patrocinado pelos mesmos.

 

(Fonte: musica.iol.pt)

 

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