Avózinha (Sim, com acento...)

Junho 23 2010

As nossas vidas vão sendo feitas de gente boa que nos rodeia, dos outros não reza a história.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:27

Junho 21 2010

Após o meu exercício, aqui exposto neste espaço, de me imaginar na “pele” de um piaçaba, houve com certeza quem me imagina-se no lugar de mil e uma coisas, mil e uma torturas direi eu, alguns não se contiveram e sugeriram mesmo que aplicasse a mesma receita mas que trocasse o piaçaba por um penso higiénico, ou um tampão. A sugestão veio, pois claro, do sexo feminino e primeira coisa que me veio ao pensamento foi «troquem vocês e perceberão de imediato a diferença», não vou no entanto fugir ao cerne da questão, mas não irei tão fundo, portanto, ficar-me-ei pelo penso higiénico.

 

Esse grande amparo na higiene das mulheres que as ajuda a atravessar uma das três fases difíceis das suas vidas, o período menstrual, as outras duas serão, antes da menstruação, e o depois. Verdadeiramente até são quatro, porque quando fecham a loja dos bebés entram na menopausa, e depois deve-se seguir outra qualquer, elas já me devem estar a rezar pela pele mas o que posso fazer, pediram não pediram?

 

Eu penso que o penso (boa esta hein!?) está para elas ao mesmo nível que um amigo gay, e não pretendo fazer qualquer tipo de discriminação ou ser ofensivo (a comparação não é literal), mas um amigo gay fá-las sentir seguras e mais confiantes, talvez até as compreendam melhor, podem dormir com eles descansadas que sabem que não há perigo de se aproveitarem ou atirarem, deixarem cair uma mãozinha, além disso, segundo dizem elas, é sempre bom ter um por perto.

 

A julgar pelos anúncios de publicidade os pensos devem conter alguma substância dopante ou anti-depressiva, porque é vê-las dançar, pular de alegria e a brincar umas com as outras em largos sorrisos. Essa alegria contrasta no entanto com o espírito suicida das almofadas descartáveis, sim, são os kamikaze da era moderna, têm uma única missão na vida e depois não há mais nada a seguir, e claro, tal qual como acontecia com os pilotos japoneses, após acertar no alvo o resultado era sempre sangrento...nada bonito de se ver.

 

Pensa o penso:

«ora aí vou eu...é pá! Qué isto? Será que esta nunca leu as instruções de uma embalagem de cola de contacto (?) limpar e polir bem a zona a aplicar antes de unir as duas superfícies...tssst tssst, bem, lá terá de ser...com mil raios, onde me vais pôr (?) isto mais parece a cara do Fidel Castro, ou será a Sierra Maestra? Banzaaaaaiii»

 

Agora devem estar à espera de alguma conclusão filosófica mas, não há grande dignidade no plano dos artigos descartáveis, nem se pode comparar à figura digna do piaçaba que não tendo uma missão fácil sempre vai tendo várias vidas, mesmo que na merda, o penso esse «assim que pensa, já não existe».
Será que iremos ver um movimento semelhante ao que acontece hoje com as fraldas dos bebés, o retorno ao uso do pano? Aí terei de rescrever esta porra toda.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:44

Junho 17 2010

Na vida devemos ter uma postura de agricultor, semeando para colher mais tarde...e ir cuidando no entretanto, mas sempre sujeitos a pragas ou intempéries.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:30

Junho 14 2010

Tuga1: E tu, o que fazias pela tua nação?
Tuga2: É pá, sei lá, eu...eu...fazia uma tatuagem na testa com a bandeira de Portugal.
Tuga1: Escuta...
Tuga2: Ou, olha, era capaz de correr todo nu num campo cheio de urtigas...
Tuga1: Mas...perceb...
Tuga2: Tenho outra boa, depilava-me duma ponta a outra, com cera...
Tuga1: Mas...
Tuga2: E esta, ainda melhor...deixava de escarrar para o chão, o que me custaria mais que as outras todas juntas.
Tuga1: Percebeste mal a pergunta, perguntei «o que fazias pela tua nação?»
Tuga2: Nação, como assim? Qual? Esta?
Tuga1: Que pergunta, tens mais alguma sem ser esta!?
Tuga2: Pois, é pá, eu percebi mal...percebi teres dito selecção.
Tuga1: Eu reparei.
Tuga2: Mas o que faria como? Dentro de que contexto?
Tuga1: Nenhum em especial...no geral.
Tuga2: É uma pergunta difícil, tenho de pensar bem.
Tuga1: Porquê?
Tuga2: É pá, tenho  de ver o contexto.
Tuga1: ????????
Tuga2: Por exemplo o que ela faria por mim? Em troca de quê? Etc.. a gente não pode desatar assim a fazer qualquer parvoeira por dá cá aquela palha.
Tuga1: (...)
Tuga2: Assim sem mais nem menos não pá!

 

Inté

publicado por Avózinha às 21:52

Junho 08 2010

Courtney Love (CL) faz parte do grupo de pessoas que escutam o meu conselho de sempre «quem não tem dinheiro não tem vícios» e faz muito bem. Eu não sei de nada a não ser o que “oiço” dizer na imprensa, e o que dizem é que a rapariga recorre a muitas substâncias para manter um Nirvana contínuo (perceberam o trocadilho? Estou orgulhosíssimo de mim), mas é como já vos disse, ela pode suportar esse estilo de vida, porque se assim não fosse seria de criticar. Não sou invejoso, se fosse, o primeiro alvo seria ela...malditos endinheirados, podem ter tudo o que querem.

 

Kurt Cobain deixou-lhe um legado muito valioso, uma parte sobre os direitos da obras musicais dos Nirvana, parte essa que CL já vendeu 25% por 50 milhões de dólares. Os restantes 75% foram alvo de uma proposta de aquisição por uma empresa que se dispõe a pagar 162 milhões de dólares para adquirir a propriedade sobre as obras que segundo CL estão assombradas, considerando por este motivo seriamente desfazer-se de tal fardo.

 

Ó sua @£#$%&$%£@ do €§£@#$% se fosses para o @§€£&%$# não ias melhor!? Queres saber o que está ensombrado (?) as contas que tenho para pagar todos os meses, a hipoteca da casa, a insegurança financeira que se vive, etc., estas coisas é que já tentei exorcizar e nada, voltam sempre para me atormentar, e com uma regularidade que isso sim, assusta, por muito que esteja já habituado fico sempre um pouco abalado

 

Quando era miúdo e me davam algum dinheiro diziam-me sempre «não gastes tudo e não compres só porcarias», Sabe-se lá o que Kurt lhe disse antes de morrer, ou ela percebeu mal ou está a seguir à risca. O que mais me revolta nisto tudo são a verbas exorbitantes envolvidas, na minha opinião o principal motivo para tanta pirataria em tudo o que são obras artísticas, seja música, filmes, livros, etc., chega à disposição dos fãs/interessados a um preço exorbitantemente estúpido.

 

As grandes produtoras e/ou distribuidoras pagam fortunas pela assinatura de contratos com o fim de garantir os direitos sobre a propriedade artística, depois, além de tudo isto ainda garantem para elas lucros avultados, assim, quando chega ao preço final quem paga a factura são sempre os mesmos. Eu também sou contra a pirataria, mas contra os dois tipos de pirataria, de quem copia e de quem explora o negócio desta forma...não vejo nenhum dos dois acabar, porque um alimenta o outro.

 

Existe ainda uma terceira forma de pirataria, os que fazem das cópias um verdadeiro negócio, pegando em algo que nem sequer lhes pertence e vendem, estes não são piratas, são bem pior. De facto tenho pouca compreensão para aceitar um preço final de um álbum de música (por exemplo) custar tanto dinheiro, se somarmos o valor de um bilhete para ver a banda ao vivo, ou um filme em DVD mais a ida ao cinema para desfrutar da magia da tela gigante. Um artista (à escala mundial) hoje em dia fica rico, bastando-lhe fazer apenas uma obra que tenha êxito, mais o lucro de quem explora o negócio, sempre tudo patrocinado pelos mesmos.

 

(Fonte: musica.iol.pt)

 

Inté


Junho 06 2010

Tuga1: Já viste isto! Dantes o país esta(va) de Tanga.
Tuga2: Pois...e agora?
Tuga1: Agora, agora ao que parece, é um Tango.
Tuga2: Dançamos de Tanga então.


Inté

publicado por Avózinha às 23:28

Junho 03 2010

A estupidez é uma coisa que já nasce com o ser humano, a estupidez ao quadrado desenvolve-se.

 

Inté

publicado por Avózinha às 16:10

Junho 01 2010

Nunca duas “notícias” separadas fizeram tanto sentido juntas, estou a falar de algo que li, ou seja, dois apontamentos que foram publicados em sítios separados mas aqui este vosso humilde servidor não deixa passar sem tecer umas considerações. Não precisam de agradecer (mas se fizerem muita questão, façam-no em dinheiro), este meu papel de estar sempre alerta é uma responsabilidade que alguém tem de assumir...digo presente!

 

Estou a referir-me a dois assuntos, um (dizem que) «Homens mentem mais do que mulheres» e o outro «Mulheres portuguesas vivem mais seis anos do que os homens». Esse estudo diz que os homens supostamente mentem em média 3 vezes por dia, e elas (as mulheres) duas, já devem ter percebido o mesmo do que eu, ou seja, na prática é bem provável que as contas estejam equilibradas, elas são como os créditos à habitação, escolhemos um prazo maior para pagar menos por mês mas no final irá sair-nos mais dispendioso.

 

Vamos acreditar que nós machos mentimos mais, pois a nossa inverdade mais usada é "Não bebi muito", pois claro que não...aquele último copo é que estragou tudo porque eu até estava bem. Já elas, surpreendentemente não é «dói-me a cabeça» mas sim "Está tudo bem" e "Nâo foi muito caro"...pois. Além disso, este estudo, que, se foi efectuado por homens corre o risco de ser mais mentiroso, sublinha que o sentimento de culpa delas é maior quando mentem, sendo eles menos preocupados com o peso na consciência das mentiras que vão espalhando. Pois é, a consciência pesa-lhes tanto (a elas) que decidem andar cá mais seis anos só para se penitenciarem, deve ser esse o motivo.

 

Em termos qualitativos parece que elas são as mais competentes, pregam as melhores e imagine-se, mentem mais à própria mãe do que aos outros. Isto fez-me logo pensar na minha irmã que era sempre vista como a santinha da mamã e eu o puto levado da breca, este estudo já serviu para alguma coisa, assim que terminar de escrever este texto vou imprimir a notícia e mostrar à minha mãezinha, ao fim de estes anos todos vou repor a verdade, a justiça tarda mas não falha...se não estivermos a falar de tribunais portugueses claro.

 

Feito o desabafo de irmão que acha sempre que os progenitores gostam mais dos restantes filhos do que de si, prossigo com a convicção de que o conceito de globalização terá nascido com a arte de mentir, ou seja, toda a gente tem a sua quota de migalhas de mentiras, mas o bolo está entregue a uma percentagem menor de pinóquios que mentem que se fartam...uma grande pinocada portanto.

 

Tudo a mais pura verdade, que me caia já aqui um raio em cima da cabeça se não é.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:26

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