Avózinha (Sim, com acento...)

Março 30 2009

O Presidente da Junta de Freguesia de Bigorne, em Lamego, é um independente de seu nome Albino Pedrinho. O Sr. Presidente partilha de um sentimento comum que cada vez mais se tem generalizado na nossa sociedade, ou seja, não acredita nos partidos, mas a sua história como autarca ostenta (no meu ponto de vista, e o meu ponto de vista é sempre de desconfiar) algumas particularidades interessantes, que considero fundamental para a minha paz de espírito, conveniente analisar.

 

Fiquei ao corrente destes factos durante o repasto da hora de jantar (ou seria almoço?), e o que terá feito com que o noticiário da TVI elegesse este assunto como notícia, foi o facto do visado ter a 4ª classe e, imagine-se...nunca ter visto o mar. Ora, isto na minha opinião é simplesmente ultrajante, é inadmissível que um presidente de junta só tenha a 4ª classe, e mais grave ainda, que nunca tenho visto o mar (ao vivo). Eu pergunto como é possível alguém chegar a este cargo sem nunca ter visto o mar, e mais, quase que aposto que se forem investigar este cidadão pouco qualificado para o cargo ainda descobrem que fez o exame por correspondência e ao Domingo.

 

Mas os pormenores chocantes são intermináveis, alguns dos 50 e tal eleitores da freguesia ao serem entrevistados pelo reporter até diziam bem do seu presidente, elogiando a sua entrega e disponibilidade para ajudar os cidadãos da freguesia, segundo eles, este até conseguiu levar para a Bigorne a instalação de um parque eólico. Isto a meu ver só pode significar uma coisa, sendo um lugar pequeno onde todos se conhecem estão todos coagidos por este homem que nunca viu o mar, e assim têm medo de falar...aliás o seu ar maléficamente ameaçador dizia tudo.

 

Mas não se pense que o escabroso desta história acaba aqui, é que além de presidir à junta Albino Pedrinho acumula cargos, algo que já estamos habituados e cansados de ver em muitos sectores da vida do nosso país. Como se não lhe bastasse o tacho, este autêntico papa cargos ainda acumula as funções de pastor, tendo 280 animais à sua responsabilidade, concerteza mais uns a sofrer às mãos do tirano.

 

Espero que rápidamente o Sr. Presidente, enquanto exercer, solicite uma licença sem vencimento do cargo de pastor e que, também vá ver o mar, quem conduz uma pickup daquelas não tem  desculpa para não possuir essa qualificação. Eu também tenho a 4ª classe e mal feita, não fora a galinha que ofereci à professora e ainda hoje lá estava para fazer o exame, é que na altura ainda não existia o programa novas oportunidades, se existisse teria me saído o diploma uma galinha mais barato.

 

Inté


Março 29 2009

Não admira que a minha inspiração ande de rastos, notícias como «Spandau Ballet de regresso» arrasam o intelecto de qualquer um, estes rapazes (para quem não conhece foram uma banda que existiu antes do cretáceo) decidiram assim sem mais nem menos e sem me consultar, voltar a inundar o sossego com as suas melodias tão características. Gastei eu fortunas em sessões de psicanálise e hipnose para esquecer que alguma vez tal grupo existiu para agora tudo ruir com esta novidade.

 

Estou tão desolado que só me apetece é ir comprar um painel solar e contribuir para o desenvolvimento da nação, não fosse morar num apartamento e não ter onde o pôr e já estava, eu cá quando o país me chama nem penso duas vezes...vou logo.

 

Entretanto ando ocupadissimo como sempre, agora que o Presidente Lula identificou o culpado pela crise, parece que é branco e de olhos azuis, não desisto enquanto não trouxer à luz do dia tal personagem. Podem ficar descansados que se descobrir quem foi, serão os primeiros a saber através do Avózinha.

 

E não ilibo ninguém que esteja no perfil, desconfio particularmente do Michael Jackson que esse muda de cor assim como quem não quer a coisa e sabe-se lá as razões para tal. O governo está livre da suspeita, como sempre alegaram, pois que me lembre nenhum tem olhos azuis, a menos que usem lentes de contacto para ocultar e assim escaparem à minha investigação.

 

Por falar em lentes, alguém sabe a cor dos olhos da Manuela Ferreira Leite? É que ultimamente esta tem ostentado uns impressionantes óculos escuros, que agora com estas revelações do presidente do Brasil estou a achar muito suspeito esta coincidência. Ainda na senda dos óculos escuros lembrei-me neste preciso instante de Pedro Abrunhosa, será que o motivo de este nunca revelar o rosto sem este acessório é para esconder os olhos azuis e assim não ser identificado como responsável dos tempos difíceis que atravessa o mundo.

 

Estou estafadissimo com esta investigação, além de não estar a ser nada fácil descobrir quem foi, estou constantemente a lembrar-me dos Spandau Ballet. Bem, vou descansar um pouco desta tormenta e distrair-me a procurar uma bela moradia para comprar, uma onde possa instalar uns paineis solares e assim ajudar o país. É de aproveitar agora que está tudo tão barato e os juros então...uma pechincha.

 

Inté


Março 26 2009

Não podemos considerar os assuntos arrumados apenas quando ou porque os eliminámos do nosso pensamento mas sim porque aprendemos a viver com eles na nossa memória e a aceitar que simplesmente fazem parte do nosso passado.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:09

Março 26 2009

Se estão à espera que vos explique o que devem fazer se sentirem que estão à beira de ter um ataque cardíaco, espero que estejam sentados porque não vai ser esse o tema. Mas já agora cá vai uma dica, não tussam como aconselham, sorriam, é que se baterem a bota sempre ficam com uma última expressão mais simpática...se é que isso interessa, porque depois de morto não vejo que isso conte para alguma coisa.

 

Agora o que não devem fazer mesmo é confessar, se acharem que a vossa hora está a chegar não façam como James Brewer um norte-americanoo de 58 anos que ao sofrer um ataque cardíaco julgou que ia patinar e vai daí toca de confessar perante a polícia que tinha assassinado um indivíduo à 32 anos atrás.

 

Sendo na altura o principal suspeito foi libertado sob fiança e pirou-se, refazendo a vida noutro estado onde com outra identidade se tornou um católico activo e respeitado. A sinceridade no suposto leito da morte valeu-lhe o cárcere onde irá enfrentar a pena de morte.

 

Estão a ver no que dá vacilar, então pensamos que vamos morrer e decidimos trair os nossos principios...tanto trabalho para fugir à policia e mudar de identidade para estragar tudo num minuto. Mata, foge à polícia, infrige a lei que serás recompensado durante décadas, sê honesto por um minuto e vai parar ao corredor da morte.

 

Estamos sempre a aprender, e esta linda história ensina que devem reservar os últimos minutos para algo mais interesante que serem honestos, especialmente se viveram a vossa vida em cima de uma (ou mais) mentira.

 

Inté

publicado por Avózinha às 00:11

Março 24 2009

37,5% é quanto um anúncio na net se propõe aumentar o pénis a quem recorra aos serviços dessa empresa, nem 37% nem 38%, o que para já indica que estamos na presença de gente série e que não brinca em serviço nem com o serviço. Além do mais revela rigor cientifico ao contrário dos bancos que não faziam os arredondamentos à milésima e que com isso andavam a arrecadar uns milhões às nossas custas.

 

Existe alguma  semelhança entre os bancos e estas empresas, ambas anunciam muita fartura mas é de desconfiar, depois de bem vistas as coisas é “muita parra e pouco a uva”. Mas não é só disso que estou aqui para vos falar, aliás estou a conter-me para não expôr toda a minha revolta e frustação, pois estando ainda em processo de convalescença, quando tomo conhecimento desta oferta dos 37,5%.

 

De facto, aceitei faz pouco tempo uma dessas ofertas para aumentar o...vocês sabem, em 37% e agora aparece esta publicidade a oferecer mais 0,5%, ora 0,5% do nosso PIB (por exemplo) é uma coisa, mas se fôr do PIB Alemão o valor resultante é muito maior...comigo é exactamente o que se passa, mais 0,5% fazia alguma diferença.

 

Já sei o que devem estar a pensar, «pois, foste aumentá-lo porque nem se via» ou coisa pior, mas sou apenas um caso de ambição desmedida tipo os endinheirados que puseram muito capital nas mão do Maddof à procura de rendimentos altos para aumentarem ainda mais o seu pecúlio. Não acreditam?

Ok, visto com lentes de aumentar até parecia de tamanho assinalável, ou comparando com a dos japoneses, por exemplo.

 

Fica aqui esta espécie de aviso, antes de procurarem aumentar os vossos activos, pensem bem, se nalguns casos a ambição pode render alguma coisa e compensar, noutros pode deitar tudo a perder. Depende do tipo de actividade e negócio em que se estejam a meter...ou a tirar...ou a meter...

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:59

Março 23 2009

Se um jornalista incomoda muitos deputados vários incomodam muito mais, os nossos deputados da AR é que o dizem, parece que as excelências andam com vontade de limitar a ciirculação dos jornalistas no parlamento. Com isto andam danadinhos de volta do presidente da AR (Jaime Gama) para que este aceda aos seus anseios, dizem eles que o presidente não se queixa «porque não tem as câmaras em cima dele».

 

Sentem-se uma espécie de Zés Marias dentro de um Big Brother, mas sem galinhas para cuidar, apenas galos que grande parte dos dias deixam o poleiro vazio. Para verem bem o desespero a que chegaram, recordaram com saudade Pacheco Pereira que em anos idos (1993) já tinha proposto medida semelhante.

 

Parece que um dos problemas é não quererem ser apanhados a fazer figuras pouco dignificantes, e eu compreendo pefeitamente, e até digo mais, se fosse um dos deputados da AR lixava bem os jornalistas e não fazia essas ditas “figuras tristes” só para eles não terem nada para escrever ou passar nos noticiários.

 

Aquele episódio do deputado ter mandado o outro para o c* nunca teria sucedido se não existissem por lá esses melgas dos jornalistas, porque simplesmente não teria chegado ao nosso conhecimento. É uma influência que eu exerço por exemplo com o meu nível de colestrol, como não faço análises os níveis estão sempre bons.

 

Eu estou de acordo em limitar os jornalistas, agora com a remodelação onde abundam as novas as tecnologias e com tanto brinquedo para explorar, só o que faltava era algum abelhudo de um jornalista a apanhar o Sr. Deputado em falso. Por aquelas bandas, indiscrições ou faltas de educação, devem ser vedadas ao jornalistas, e apenas propriedade dos ilustres.

 

Inté


Março 22 2009

Enganem-se aqueles que acham que o maior perigo que corremos, no caso de sermos um assaltante e irmos assaltar algum sítio, seja sermos apanhados...não, o pior que pode suceder é possuir estupidez em abundância e adormecermos no local. Esta história mais parece ter saído de um daqueles noticiários norte-americanos, mas nada disso, não foi preciso sair da Lusitânia, mais propriamente de Carregal do Sal (Viseu).

 

Um rapazito de 17 anos foi assaltar um templo da nossa comentarista de serviço, Indiavera, uma sapataria claro está, e por lá se deixou adormecer. De manhã quando o dono chegou deparou-se com aquela inutilidade de gente em pleno sono e a pena foi aplicada logo no local, o jovem teve de limpar a loja e deixar tudo em ordem, evitando assim a detenção pela GNR.

 

Mas nem tudo são más notícias, este rapaz tem aqui uma oportunidade de ouro para mudar de vida, anda vai bem a tempo de perceber que não tem competência para ser ladrão, e já agora nunca aceite trabalhar por turnos pois pode lhe calhar o turno da noite e lá fica o serviço por fazer...deixo aqui o meu conselho, aproveita que é de borla.

 

Na vida pomo-nos a sonhar, queremos ser muita coisa e na verdade nem sempre temos talento para ser isso tudo, depois aparece o dono da sapataria que nos acorda para a (às vezes dura) realidade. Nesta história é caso para dizer que mesmo com tanto sapato não foi capaz de dar à sola, por vezes o melhor a fazer é isso mesmo, é não adormecermos e darmos à sola, procurar “outras paragens” enquanto é tempo.

 

Inté

publicado por Avózinha às 18:58

Março 18 2009

Por vezes fico com a noção de que a grande demanda do ser humano é arruinar o que dá prazer ao próximo, e não me refiro a prazer sexual. Para os que desconhecem ficam a saber que a minha banda favorita são os The Doors, bem sei que o nome traduzido para português não soaria bem, mas isso é ocupação para que não tem nada para fazer e como o nome é inglês...ou será que o sistema operativo da Microsoft (Windows) também vos diz alguma coisa.

 

Como devem calcular não trouxe este assunto à baila por nada, mas sim porque li um artigo sobre uns cientistas (sem nada melhor para fazer pois claro) que se dedicaram à tarefa de demonstrar como seria Jim Morrison se ainda estivesse vivo, tendo para tal recriado a sua fotografia com a ajuda de um programa informático. «Segundo a BBC News, a foto foi produzida a partir de um programa de computador especialmente criado para simular o envelhecimento natural, tendo em consideração a textura da pele, rugas, cor do cabelo e calvície. Os cientistas utilizaram uma imagem de Morrison com 20 anos de idade.»

 

Este artigo oferecia ainda a possibilidade para clicar num link que nos permitiria ver a foto de como seria o Rei Lagarto aos 65 anos. Recusei liminarmente aceder a essa página pela simples razão de que não interessa para nada como seria o homem se ainda fosse vivo, até porque estou convencido que a droga e o alcool o teriam conservado bem melhor do que esses ditos cientistas preveram, e farto de que me enganem estou eu. Depois, ninguém se dá ao trabalho de morrer novo para vir alguém através de um software qualquer arruinar um projecto de vida.

 

Hoje em dia e de acordo com a minha opinião, as bandas dificilmente se conseguem tornar mitos, há muito do mesmo e pouca originalidade e é complicado passarem para uma dimensão que as distinga das demais. Isto não significa que eu esteja contra ou que não prestem, mas a originalidade e o que as poderia tornar únicas e intemporais não existe.

 

Para mim The Doors é mais do que música, é uma febre que pode tomar conta de nós, uma energia que nos contagia e eleva para outra dimensão, algo que não se limita a soltar uma composição de palavras ao ritmo de uns acordes. Não se põe como seria se ainda fosse vivo o líder porque na verdade quando se ouve a sua música dá para perceber que a sua obra está bem viva e como diz a letra «Break on Through To the Other Side».

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:55

Março 17 2009

(a seguir vão poder ler a transcrição na íntegra de um e-mail que recebi recentemente)

 

«Hello! My name is Nadezhda. I want to get acquainted with you. I'm 27 years old. And I am lonely, and seeking long-term relations. I wish to find my second half which I have not met befor. May be you? I hope, that you will answer me and it will be the beginning of our relations. I send you a picture, that you dbltk who I'm. More about myself I with pleasure will write you, if you answer me. Ask, if you have questions. I will be waiting for your answer. I hope, that you will not keep me waiting for a long time.

Please reply only to my personal e-mail:  nadezhdayand@gmail.com»

 

Querida Nadezhda,

 

Agradeço-te desde já por provares que o meu sucesso com as mulheres não tem limites nem fronteiras, seja lá de que beira fores, e obrigado também pela foto, ninguém diria que alguém com um nome como o teu poderia ser uma ruiva tão jeitosa...e olha que não te estou a dar tanga.

 

Compreendo que te sintas sozinha (eu também me sinto muito só) e desculpa se te fiz esperar muito tempo, mas não te quero iludir nem enganar já que procuras relações duradouras e eu apenas estou à procura de sexo casual, sem que tenha de pagar, pois claro.

 

Espero que encontres a outra metade porque te faz muita falta, se estiver ao mesmo nível da metade que vi na foto (apenas da cintura para cima) que enviáste confirma-se que és mesmo muito jeitosa, aconselho-te até, que logo que estejas completa passes a enviar a foto de corpo inteiro. Espero também que apanhem o bandido (ou bandida) que te serrou e levou a outra metade, merece um castigo bem grande. Trabalhavas com algum ilusionista daqueles que separa as pessoas ao meio?

 

Tenho muita pena mas não iria resultar, só aprender o teu nome seria muito moroso e chamar-te seria tortuoso, dolororo, e nada fogoso. Não desanimes nem desistas, acredita que vais encontrar alguém que te dê a atenção que mereces e desejas, eu hà muitos anos que envio e-mails como o teu e apesar de ainda não ter tido sucesso, não desisti.

 

Perdoa-me a indiscrição ao expôr o conteúdo da tua correspondência mas a minha intenção é a melhor, tenho esperança que entre os milhões de frequentadores (ou frequentadoras) do Avózinha alguém te corresponda.

 

Muitas felicidades.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:30

Março 16 2009

Na freguesia de Barqueiros, concelho de Barcelos, existe a escola básica de Lagoa Negra, e nessa escola existe um recreio, onde por sua vez existe um contentor e nesse contentor uma sala de aulas especialmente desenhada para ensinar 17 crianças ciganas. Além do estranho facto de existirem tantos ciganos a ir à escola, podemos destacar a evidência de que esta sala de aula especial serve supostamente para separar os ciganitos dos outros putos.

 

A lebre foi levantada pela Junta de Freguesia de Barqueiros que afirma ser esta situação um acto de discriminação e já solicitou uma audiência com Directora Regional de Educação do Norte. Afirma, e fá-lo erradamente, possívelmente por ignorância, mas sempre ouvi dizer que quando não conhecemos o assunto devemos estar caladinhos, quanto muito podemos e devemos procurar informação primeiro e só depois opinar (nada de fazer trocadilhos com (o)pinar e ciganos ok?).

 

O que se está a passar naquela escola é tão somente o expoente máximo do desafio lançado ao pais pelo nosso PR...a Inclusão. Como sabemos o verdadeiro cigano vive em tendas ou barracas e é alérgico a alvenaria, assim e para cativar os jovens ciganos a frequentarem o ensino foi genialmente desenhada aquela sala de aula, um contentor que não é mais do que uma moderna barraca, uma espécie de upgrade de tenda que gente de boa fé idealizou e concebeu para que os putos fossem à escola sem deixarem de se sentir ciganos de pleno direito.

 

Desta forma original o ciganito sente-se em casa, e tendo esta étnia origens nómadas permite que continuem a desfrutar da sensação de liberdade impedindo que as fundações e alícerces de um qualquer edifício em alvenaria os fizesse sentir presos à escola. E não só, quando chegar a hora de partir para outra freguesia, basta indicarem para onde vão que rápidamente a sala de aula portátil poderá ser deslocada para o próximo destino.

 

Podemos retirar daqui uma grande lição, nem sempre o que parece é, e por vezes por muito estranho ou suspeito que nos pareça, antes de fazermos juízos de valor e/ou criticar temos a obrigação de procurar o verdadeiro significado das intenções, para não corrermos o risco de ser injustos. Aaaaiiiii Avózinha que estás falando tão bein, Aaaaiiiii.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:10

Março 15 2009

Os dias que não estou
E os que não sou
São inundados pelos que vivo
E sinto
Olho para trás
Para todas as histórias vividas
Sofridas
Todas  são pedaços de vida
Da minha vida
Fazem de mim o que sou
O que penso
Como hei-de sentir
Se fico ou devo fugir
Se me põem a chorar
Se me fazem sorrir

 

Essa dívida que sinto
Obriga-me a olhar em frente
Sabendo que mais do mesmo
Ou de outra coisa qualquer
Me espera
Me desespera
Uma outra história
Ou a mesma de sempre
Mas nem sempre em frente

 

Olho para todos os lados
Como se o momento não contásse
Não importásse
Afinal, são só pedaços
Arrancados
Ou simplesmente caídos céu
Absorvidos num inspirar apenas
E roubados num sopro

 

publicado por Avózinha às 23:39

Março 12 2009

As opiniões dividem-se entre se traz ou não traz o dinheiro felicidade. Se levarmos à letra essa afirmação creio que o resultado também não será conclusivo e continuará a haver divergências, na verdade não creio que existam evidências de alguém que tenha ficado triste por ganhar o Euromilhões.

 

Partindo daqui começa ser um pouco difícil discordar de quem acha que traz felicidade, porque no mundo materialista em que vivemos tudo tem um custo e sejamos muito ambiciosos ou pouco, o dinheiro é um mal necessário, um meio para um fim. Se por exemplo não sou exigente com o carro que quero ter, posso adquirir um mais baratinho, mas pouco ou muito dinheiro preciso dele para o comprar. Em tudo é preciso capital para nos podermos movimentar na sociedade e quanto a esta máxima não há discussão, mesmo se vivermos às custas de alguém, esse alguém tem de o ter. A menos que se viva  na natureza e do que ela dá, mas se for esse o caso não tem internet e aí não lê o Avózinha e por isso não me pode contrariar.

 

Vendo bem as coisas até o Dalai Lama necessita e usufrui do dinheiro ou do que ele possiblita, não sei se directamente (não faço ideia) mas pelos menos indirectamente sim. Nas viagens que faz, nas estadias, no sítio onde está exilado, no mediatismo que gera, isso não faz dele um hipócrita ou um materialista mas de alguma forma tira partido do materialismo, seja ele a pagar ou alguém por ele..

 

Há uma quantidade de situações que podem provar que o dinheiro pelo menos sossega, ainda à relativamente pouco o CR7 teve um momento difícil para todos os que passam por isso, um acidente de automóvel. Onde está a felicidade nisso perguntam vocês, afinal e apesar de ter muito, pode ter um acidente como toda a gente...eu respondo...além de ter saído ileso, a alegria está em fácilmente comprar outro, e está também na sua garagem pois pôde seguir viagem noutra bomba. Mas não me fico por aì, se por acaso o rapaz precisasse de cuidados de saúde, aí é que ter dinheiro é mesmo importante. E se se viver por cá então!

 

O dinheiro proporciona sem sombra de dúvida oportunidade para tudo e mais alguma coisa e a vida é isso mesmo, aproveitar as chances que esta nos disponibliza para chegar onde ambicionamos. Pois não, o dinheiro não traz felicidade, faz felicidade, ou melhor, pode fazer felicidade com as coisas que possibilita, não faz é milagres proporcionando uma vida só com momentos bons (isso não creio) acima de tudo acredito que não é preciso ser rico para se ser feliz.

 

Como alguém disse «não é preciso ser-se rico para ser um bom apreciador de vinhos, mas que dá jeito...» talvez o dinheiro seja isso mesmo, dá jeito.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:04

Março 12 2009

(No seguimento do texto anterior em que falei sobre “papar”)

 

A virgindidade é como uma garrafa de vinho acabada de abrir, se a bebermos logo sem que o néctar tenha convivido com os ares do universo por algum tempo...não desfrutamos de todo o seu esplendor na plenitude que merece e por vezes até parece que o vinho não é grande coisa, além disso, pode acontecer que uma só garrafa não chegue para atingir-mos o seu conhecimento. Isto pra dizer que logo a seguir a tirar a rolha não esperem que já esteja tudo afinado no ponto (até parece que entendo alguma coisa disto).

Natalie Dylan é uma estudante norte-americana de 22 anos que pôs a leilão na internet a sua (suposta) virgindade. À data que tomei conhecimento deste acontecimento a oferta mais alta era de um ozzy (que não paratilha da minha opinião do parágrafo anterior) de 39 anos que se propõe pagar 2,87 milhões de euros para ser o primeiro a inaugurar as instalações.

A jovem, que diz que está fazer isto apenas para pagar os estudos e comprar uma casa, já foi avisando que o finalista terá de adiantar a verba antes de passar à acção. Pois claro! Além disso, está disposta a submeter-se a um exame ginecológico para comprovar que está imaculada (humm, será que o dedinho conta?).

 

Para provar que não é desprovida de carácter e que o dinheiro não é tudo, já avisou que não basta fazer o lance mais alto do leilão, terá de existir química entre ela e o pretendente e este terá de estar limpo de doenças que se possam transmintir durante a fueirada. Irra, ainda por cima é exigente.

 

O que me lixa nisto tudo é que dei a minha de borla, nem para comprar um a pastilha elástica deu (se bem que pelo menos não tive de pagar o que para mim já não foi mau de todo) e agora é que a cotação da virgindade está a subir desta maneira. Na minha humilde opinião, já que é para pagar, contratava os serviços de alguém com sabedoria na matéria e nem que fosse só por uma noite fazia um verdadeiro festim com o investimento.

 

Inté

publicado por Avózinha às 00:08

Março 10 2009

Ainda um destes dias num daqueles programas de televisão feitos com base em gente conhecida de diversas áreas da sociedade e que nos preenchem a hora de almoço no fim de semana, ouvia o Gato Fedorento Ricardo Araújo Pereira proferir uma frase “agora tenho de ir papar uma sandes que estou com fominha” (ou algo do género). Sem dúvida que estaria a encarnar algum dos seus personagens, senão seria duvidoso e até talvez preocupante.

 

A forma e o contexto em que dizemos as coisas pode determinar muita coisa, e “PAPAR” é um bom exemplo. O verdadeiro macho só pode usar essa palavra no seu discurso num único contexto:

- «Já papei aquela gaja»
- «Gostava de papar aquela gaja»
- «Já papáste aquela gaja?»
- «Ó BOA! Papava-te toda e nem precisava de talheres!»

 

Em qualquer outro contexto é de todo desaconselhável, desapropriado e pode ser revelador de alguma bichanisse evidente...evidente ou a querer evidênciar-se. Do género:

- «Já papáste hoje?»
- «Já foste papar?»
- «Tens de papar tudo para cresceres forte e saudável»
- «Queres que te dê de papar?»
- «Tenho de ir papar qualquer coisa»

 

Os pais que falam desta forma com as criancinhas para que elas comam só podem estar a semear vento, e quem semeia ventos colhe tempestades, no limite podem a usar a expressão «tens de comer a papa toda».  Claro que se o filho fôr adolescente pode sempre dizer «então, andas a papar a filha do vizinho?»

 

Pensem, reflictam, façam uma introspeção, vejam se proferem essa palavra no vosso quotidiano e em que contexto, façam uma viagem até à vossa infância e tentem lembrar de que forma os vossos pais vos abordavam, isso poderá explicar muita coisa em vocês. Acima de tudo, perto de crianças, façam um esforço, porque elas são o futuro.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:04

Março 08 2009

É verdade meus caros, o título de hoje não engana e aqui estou eu felicissimo da vida por vos estar a dar a boa nova, a retoma está aí e nada me dá mais prazer do que ser o portador de boas notícias. “There’s no news like the good news” e saber que os dias de dificuldade estão prestes a fazer parte da história é inspirador, traz esperança e alento para o futuro que sempre se avizinha.

 

Os nossos eurodeputados que árdua tarefa desempenham no parlamento europeu auferiam até à data 3815 euros vão passar a ganhar 7665, isto sem contabilizar ajudas de custo, nada mais nada menos que o dobro. Esta medida visa harmonizar a política salarial dos eurodeputados dos vários países da união, a título de curiosidade os mais baratinhos são os Búlgaros com 900 euros e os mais onerosos os Italianos com 12.000 euros.

 

Ora, meus caros e devotos, o que acham que isto significa a não ser a retoma!? Que vamos finalmente nos equiparar às economias mais pujantes dos restantes membros da comunidade, vamos passar a ter crescimento económico e nível de vida equiparado. Óbviamente teremos de ter alguma paciência pois a seguir vão ser os deputados da nossa assembleia que não vão querer ficar atrás dos colegas europeus, atravessando toda a hierarquia do estado até finalmente chegar ao nível do capim, já não serei vivo mas o que interessa isso...

 

Opinião de alguns  dos visados:
(Edite Estrela - PS)
"Este Estatuto põe fim à violação do princípio de trabalho igual por salário igual", "justifica-se que um eurodeputado ganhe mais" do que um deputado da AR.

 

(Carlos Coelho - PSD)
Concorda, já que "existia uma desigualdade" entre membros do PE.

 

(Ilda Figueiredo – PCP)
Não concorda, diz que o salário único "não tem em conta as realidades dos vários países" e também não concorda que "os eurodeputados ganhem mais do que os deputados do seu país"

 

Esta semana um deputado da AR mandou um outro p’ó caralho, e quero aqui esclarecer o que se passou. Através de voodoo’s e poderosas magias que não posso desvendar, consegui por momentos controlar as acções desse deputado e como tal a pessoa em causa não estava em si, era eu. Vão p’ó caralho! Ouviram bem? Vão todos p’ó caralho!

O carnaval acabou mas continuamos com o circo, pena só haver palhaços (somos nós os palhaços).

 

Inté


Março 04 2009

A competência infelizmente nem sempre se faz acompanhar pelo brio profissional, por vezes pode haver alguma confusão e existir quem ache que uma não existe sem a outra. Hoje vou aqui dismitificar esse fenómeno e provar com um caso real que não é bem assim, na verdade eu já tinha as minhas suspeitas e só me faltava apanhar um caso flagrante.

 

Um café em Almeirim (terra da boa sopa da pedra) foi alvo de um assalto (até aqui nada de anormal, infelizmente acontece todos os dias), o estranho foi os ladrões após consumado o intento (com sucesso diga-se) tiveram uma espécie de arrependimento e enviaram uma carta ao dono do estabelecimento a identificar o local onde estava o material furtado, nem sequer se esqueceram de efectuar um pedido de desculpas pelo acto praticado «Pedimos desculpa pelo transtorno causado. A nossa ideia era as bebidas, mas o resto estava mesmo à mão. Mais uma vez, as nossas desculpas».

 

Efectivamente com gente educada a música é outra e a selectividade destes indivíduos não deixa margem para dúvidas, a caixa registadora que também foi levada do café estava intacta, com todo o dinheiro da receita do dia. O que  desapareceu mesmo foram as garrafitas de Uíske que afinal era o único objectivo da incursão, só espero mesmo que pelo menos seja do bom.

 

Temos aqui um caso de elevada competência e selectividade na profissão de pedir emprestado sem pedir autorização (vulvgo fanar) no entanto não poso deixar de sublinhar a falta de brio destes personagem: Arrependimento? Remorsos? Consciência? Por favor não manchem a imagem de quem anda a roubar, ninguém vai á caça e depois tenta reanimar os animais abatidos...que falta de brio!

 

Nota: Um certo dia roubaram-me o carro, uns individuos que precisavam de um meio de transporte para andar a assaltar umas colectividades e como eu não estava por perto para me pedirem emprestado...levaram na mesma. Largos dias mais tarde foi encontrado abandonado com um cofre arrombado, uma máquina de tabaco (vazia pois claro) entre outras tralhas, ora não me lembro de ter recebido nenhuma carta a informar onde estava o meu carrito, óbviamente porque eram ladrões a sério, competentes e com brio.
Já perceberam agora o verdadeiro motivo deste post? Desde este sucedido que fiquei magoado pela forma como fui tratado e de certa forma usado sem nunca me terem dado uma palavrinha de conforto, bastava um simples obrigado, agora mais uma vítima de um roubo e senti alguma inveja por este ter tido tratamento tão especial e eu não.

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:45

Março 03 2009

Há tempo atrás escrevi aqui sobre o meu lado feminino, este fenómeno pode ocorrer em qualquer um e de formas diferentes. Senão vejam a história que vos conto de um Italiano pan...quer dizer...homosexual que quer mudar de sexo.

 

O que leva este ser humano a querer fazer esta transformação é simplesmente fé, e o seu sonho em ser monja para entrar num convento. A primeiro pensei que as suas intenções poderiam não ser as mais nobres e que só pretenderia era estar no meio de mulheres, mas se vai cortar o coiso e tal, só pode ser mesmo fé. Se bem que, como diz o ditado “Enquanto houver língua e dedo não há mulher que meta medo”.

 

Esta Maria Amélia de 45 anos que vive perto de Roma já fez o pedido junto do pároco e bispo da sua diocese tendo tido toda a receptividade da parte destes...não teve nada, estava a brincar. Diz ele «Tentei falar com o sacerdote da minha paróquia, mas encontrei um muro de silêncio», «Com o bispo foi ainda pior», quase que aposto que lhe responderam “meu filho, o hábito não faz a monja” (em italiano - «va fan’culo»).

 

Este gajos da religião (em vez de Religião dever-se-ia chamar Proibição) são lixados, ora negam o holocausto ora não querem que mulheres cristãs casem com muçulmanos, os muçulmanos não deixam beber alcool e querem as gajas todas tapadas , etc. etc. etc....em suma pode-se fazer alguma coisa!? Deixem lá o raparigo entrar no convento...mudar de sexo e viver em clausura já é castigo suficiente.

 

Inté


Março 02 2009

Que sorte que têm as pessoas que nascem no seio de uma família problemática ou num ambiente complicado cheio de adversidades e bandidagem no geral. Até já pensei num slogan porreiro para estes sortudos «Se nasceste na merda ou vens da merda então estás desculpado» este pensamento cristão ao estilo «toma lá a outra face» em vez de «dá a outra face» pode muito bem explicar a forma como alguns quadrantes da nossa sociedade explicam certos comportamentos.

 

Assim como eu procuro ferozmente respostas para muitos problemas do nosso país, universo em geral e arredores, a sociedade faz o mesmo, a diferença é que eu encontro soluções e a sociedade não: ou será o contrário!? Agora fiquei na dúvida. É comum ouvir os especialistas debater sobre alguns fenómenos que afligem a nossa sociedade, uns mais graves do que outros é certo, mas desde alcoolismo, droga, roubos, violência, etc etc etc.

 

Se uns, coitados, não tiveram os pais por perto para lhes dar uns açoites, outros é precisamente porque tiiveram, outros foi porque tiveram atenção de mais e os progenitores proporcionavam tudo desde carro, férias, mesada farta and everything money can buy. Já para não falar dos filhos de pais divorciados que têm de conviver com traumas irreparáveis ou então dos que foram criados pelos avós porque por algum motivo, justo ou não, pai e mãe os deixaram entregues.

 

A crueldade de alguns factores que podem acompanhar o desenvolvimento de um ser humano é incontestável e tem, ou pode sem dúvida ter, influência no que se tornam e nas suas acções, agora que isso sirva de desculpa para certas acções...tipo:

 

(cena de espancamento do marido á mulher)
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Mas o que é que eu te fiz?
Artur Aviafruta: CALA-TE, não me interrompas enquanto te estou a bater!
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Mas o que é que eu te fiz?
Artur Aviafruta: CALA-TE, não me interrompas enquanto te estou a bater!
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Mas o que é que eu te fiz?
Artur Aviafruta: Teimosa! Se não a fizeste estás para a fazer.
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Mas só me costumas bater aos Domingos á noite porquê isto agora durante a semana?
Artur Aviafruta: Estive a pensar na minha infância e como foi duro nunca ter tido uma bicicleta como todos os meus amigos.
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Mas ó homem e isso é a razão para o que me estás a fazer?
Artur Aviafruta: NÃO! Lá em casa eramos 7 irmãos e o meu pai batia num em cada dia da semana, eu como fui o 8º e último não tinha dia da semana dedicado a mim...nunca gostaram de mim é o que é.
Maria Levanatromba: Ai ai ai! Já podias ter dito...

 

Esta carinhosa cena com muito diálogo e compreensão à mistura pode muito bem ser um exemplo da resposta que a sociedade procura para entender certos comportamentos que à primeira análise podem parecer indesculpáveis. Em suma, se foste criado num bom ambiente sem “sobressaltos” de maior, não tens perdão, e tens de pagar caro por seres mau carácter.

 

NOTA: Será que a partir de agora terei mais compreensão?

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:59

Março 02 2009

Bom, nem sei por onde começar, não por me faltarem ideias (parvoíce é coisa que não se esgota em mim) mas sim porque faz sensívelmente mais de uma semana que nada escrevo para o Avózinha e estou um pouco enferrujado. Valeram-me as reservas que fui acumulando para tempos de escassez e durante estes dias lá fui publicando uns textos que acenavam no baú onde guardo as tretas que vou teclando.

 

Como vos disse não foi por falta de ideias mas sim de vontade, talvez cansaço talvez necessidade de tirar umas férias para refrescar as ideias. O que interessa (ou não) é que a vontade voltou e cá estou eu com mais um assunto importantíssimo: se se diz, como podem ver pelo título, descobrimento ou achamento do Brasil e todas as outras terras.

 

Durante a comemoração dos 500 anos dos descobrimentos surgiu do lado de terras de Vera Cruz essa nova forma de definir a demanda dos Portugueses em busca por novos territórios. A solução deste dilema que tantas horas e dias tenho investido para tentar chegar a uma conclusão é deveras interessante, e quando julgava que a resposta seria importante para a nossa identidade como povo, afinal não é bem assim.

 

A resposta está mesmo na nossa identidade: se analisarmos a história da nossa nação veremos que foi feita a conta de muito sofrimento e miséria, o que rezam crónicas antigas sobre trapalhadas, trafulhices e corrupção pode-se muito bem aplicar aos dias de hoje...intemporais, bastaria mudar as datas e os nomes e poderíamos muito bem estar a lêr o jornal de hoje.

 

A peça que falta para completar o puzzle vem da nossa “predisposição” para emigrar, em plena época de navegadores e conquistas não haveria o termo emigrar de outra forma em vez de descobrimentos hoje diríamos emigramentos. Com o conhecimento que temos no presente acho que nem Descobrimento nem Achamento, eu diria FUGIMENTO. Fugimento daqui para fora é o que andamos a fazer à séculos.

 

Inté

publicado por Avózinha às 00:04

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