Avózinha (Sim, com acento...)

Novembro 14 2011

World is not fucked up, people are, Avózinha is inducing himself in a coma, gonna write to his own only, till he wakes up, one day.
Don’t celebrate to much, he hasn’t dyed …yet.

 


Inté

publicado por Avózinha às 20:29

Novembro 08 2011

Sonhar não custa, custa é acordar...e tornar os sonhos realidade.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:45

Novembro 07 2011

Deixai os demónios vir até mim, dá-me sempre jeito boa criadagem, e os que não me servirem com primor, os foderei até que a morte se apodere de mim, ou deles, esses belos filhos da puta que os pariu. De tudo se fará um festim, e não haverá partes menos dignas, todas farão proveito, ainda que não mereçam tal distinção, mas ninguém está cá para essas sobranceiras perdas de tempo, já não adianta nem interessa, não, quando de ajustar contas se trata.
Aos outros, esses seres esventrados de alma e bom interior, a esses guarda-se-lhes o destino para uma melhor oportunidade, vendidos uma vez, vencidos para sempre, nem se lhes causa estranheza porque o tempo já os habituou a serem sola para calçado ou vida junto ao chão.
Não sou  carrasco de carrascos não senhor, nem simples carrasco sequer, sou alma vil que vai à carga sem remorsos nem vingança, e se isto não me der prazer, pelo menos muito que fazer decerto dará, nem que a eternidade tenha de ser prolongada, até que todos soçobrem na maior das agonias.
E se me estiver a pagar das vidas, com a morte desses sacanas, feitos de pouco mais do que nada a não ser baixeza, pois que seja, que me juntem a eles, ficarei para último para garantir que bestas dessas cá não fiquem a estragar a paisagem, só depois vou, com o diabo que me carregue, se eu não lhe tomar o gosto, nem o posto.

 

Inté


Novembro 05 2011

Num mundo perfeito, o ser humano teria tanta compreensão para com os outros, como a que pede para ele próprio.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:46

Novembro 02 2011

Gosto do que gosto
Apenas, porque sou como sou
Sem disfarces, porque não preciso
Gosto de estar bem na vida
E de bem com a vida
O ouro não me seduz
Nem me reluz, como a luz
Do sol, das estrelas
Da lua namoradinha
Do teu sorriso
De respirar a tua felicidade
De te sentir
Uma e outra vez
Ficar contigo no meu pensamento
Sentir o teu doce, mesmo se não estás
Sentir o que brota da tua energia
Contemplar a tua silhueta
Percorrer os teus recantos
Sem esquecer nenhum
Porque quero todos
Mesmo que não me pertença algum

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:28

Novembro 01 2011

O que torna o momento especial somos nós.

 

Inté

publicado por Avózinha às 19:25

Outubro 30 2011

O Avózinha sempre atento às notícias, gosta de percorrer os cabeçalhos para seleccionar as mais importantes, que como sabeis, são sempre as que maior destaque têm, como tal, não foi difícil dar com esta «Mulher magoa-se a usar um vibrador e processa sex shop». Em sua defesa, alega ter usado o brinquedo de forma correcta (eu acredito), no entanto, os três na brincadeira (ela, o brinquedo e o namorado),...bom, a coisa acabou em, e cito, «uma forte dor vaginal e um sangramento abundante».

 

Tendo este espaço grande «afluência» feminina, pensei logo quão útil seria escrever sobre o caso, só e apenas para vos alertar meninas, e com isto não estou a insinuar que usam, nem que não usam...mas podem conhecer alguém que usa. Seja como for, e avançando, a mulher pede agora uma indemnização de cerca de 18 mil euros, por isto, ficam já a saber o valor de mercado para a reparação de uma vagina...abalroada (?) electrocutada (?) arrombada (?).

 

Não sei, não sei o que lhe chamar porque desconheço como foi acontecer um acidente destes, mas não podem dizer que não me esforcei, pelo menos danificada ficou, e se isto fosse um sinistro automóvel era coisa para lixarem os dois com 50/50. A menos que no croqui do acidente surgisse o veículo A a bater por trás, aí não haveria grandes hipóteses para o vibrad...perdão, para o veículo A. 18 mil euros é o prejuízo, isto, na Califórnia, porque foi onde se passou, talvez por cá não ande longe o valor da reparação de uma «sinistrada».

 

Bom, mas como sabem, o Avózinha gosta de investigar tudo a fundo, e numa aturadíssima pesquisa que durou...vários segundos...surge uma luz ao fundo do túnel, reza pois uma outra notícia «Vibradores, da China para o mundo - Mais de dois terços dos vibradores e outros (brinquedos sexuais) são fabricados na China». Eu aqui revoltei-me, senti vontade de espetar com um «Pato à Pequim» nas trombas do primeiro Chinês que se me abeirasse das vistas, pois comecei logo a ver o filme todo.

 

Que exportem traquitanas baratas, que se usam uma vez e quebram, tudo bem, desde que sejam «utensílios» de uso pouco delicado e sem malefícios para a saúde. Agora, produtos que destroiem vaginas é que não, isso é património para usar (lavar) e estimar, se querem estragar que estraguem as deles. Já não basta darem cabo da nossa economia, como agora também nos vão inutilizar uma parte da anatomia das mulheres, e a seguir como vai ser, «vai vir charters de chinesas»?

 

(Fonte: tvi24.iol.pt)

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:55

Outubro 26 2011

Tuga1: José Eduardo dos Santos disse em relação a Angola: «Não há aqui qualquer ditadura».
Tuga2: Se ele disse, está dito, é porque é!

 

Inté

publicado por Avózinha às 21:05

Outubro 25 2011

Num relato feito numa notícia, é possível constatar um terrível caso de violência doméstica, uma mulher de 23 anos foi vítima, por parte do companheiro, de três tentativas de homicídio, uma por esfaqueamento e outras duas por disparos de arma de fogo. Fogo nesse sacana, diz aqui o Avózinha, é que estas investidas ocorreram num espaço de dois meses, o que julgava ser impossível, tentar matar alguém tantas vezes em tão pouco espaço de tempo, e mais incrível ainda...alguém refazer-se de uma atrás da outra, como sucedeu com esta moça.

 

Por ora, a PJ já o agarrou, e está indiciado «pela prática de um crime de homicídio na forma tentada e dois crimes de ofensas à integridade física», coisa que para alguém com a compreensão do Avózinha, não é fácil entender. Para este vosso servo, a coisa resumir-se-ia a...indiciado por:

- tentou matá-la três vezes (tantas como o FMI já cá veio)
- incompetência

 

Eu acredito que se o homem não for condenado severamente pelas tentativas de homicídio, deveria de o ser por incompetência, tentar acabar com alguém e não conseguir nem à terceira...é obra. Até compreendo que na primeira a moça ainda tenha conseguido se esquivar com mérito, mas às restantes investidas, já era para estar, tanto cansada como debilitada, e nem assim a besta conseguiu levar por diante os seus intentos, assim, pede-se pena máxima se faz favor.

 

Isto não é uma história nada feliz, bem pelo contrário, mas bem ao jeito Tuga podemos dizer que podia ter sido bem pior...como (perguntam vocês)? Bem, o rapaz poderia ser um pouco mais eficaz e ter morto a pobre rapariga, digo pobre rapariga apesar de desconhecer o que ela lhe possa ter feito, sim, porque isto às vezes nunca é o que parece, sei lá se a gaja n...desculpem...o senso comum à vezes apodera-se de mim e perco-me no transe.

 

Há é que saber tirar ilações destas situações, ver pelo lado positivo, a moça teve azar na escolha do parceiro pois calhou-lhe alguém violento, mas teve sorte no que respeita à sua eficácia, imaginem se tem escolhido um com ambas as características...
Os relacionamentos devem ser assim mesmo, é preciso saber escolher um(a) parceiro(a) que encaixe na nossas características, se um gosta de matar, o outro deve ser bom a esquivar-se, se não a coisa pode correr mal.

 

(Fonte: tvi24.iol.pt)

 

Inté

publicado por Avózinha às 20:03

Outubro 22 2011

Há momentos em que paro um pouco no meio da estrada por onde caminho, ali fico, umas vezes contemplando, saboreando a paisagem, que nesses dias sempre me parece ter contornos únicos, pormenores aos quais nunca tinha dedicado atenção, outros mesmo nem sequer ainda tinha reparado, e por ali fico, até que o deslumbre passe. Afinal, esse caminho também é feito destas coisas, destes momentos, dos pequenos pormenores, da nossa vontade de os desfrutar, e quem melhor que nós para os tornar especiais, para lhes dar a merecida importância. Quem melhor que nós para os pintar de beleza e os oferecer ao horizonte...
Por aventuras que me abeire, não há caminho como este, que me deixa sonhar do tamanho do universo, e gozar da ínfima pequena parte que lhe sou, é mesmo assim, desmesuradamente belo e severo, feito de trilhas, ora de largas avenidas. É por lá que vou, é por lá que estou, caminhando, parando, tudo parece sempre tão novo, e com tanto que aprender.
Mas sigo, sigo sempre, tenho mesmo de ir andando, não posso ficar sempre por ali, outras paragens me aguardam impacientemente, sobretudo outras passagens, numas ganho fôlego e temperança, noutras desvario, desnorte, mas sempre seguindo, em direcção àquele caminho.

 

Inté

publicado por Avózinha às 14:58

Outubro 10 2011

Faz bastante tempo, surgiu no Avózinha o CMF1 e o CMF2, na altura houve uma pessoa que sugeriu que deveria ser em Português...e aqui estão eles de regresso. A javardice é a mesma (porque o javardo que escreve é o mesmo), mas em Português.

 

Bugingas: É pá, tu não, tás bem a ver pá...
Katsumba: Então?
Bugingas: Tu não tás bem a ver pá!
Katsumba: Conta lá pá!
Bugingas: Tive uma noite de sexo, mesmo daquelas de arromba!!
Katsumba: A sério!?
Bugingas: Ya man, então se eu me conseguisse lembrar de alguma coisa, era mesmo o máximo.
Katsumba: Ya, podes crer...tivestes com quem?
Bugingas: Tive ca...ca...esqueci-me agora do nome, é a irmã do Seringas...
Katsumba: Ya, essa gaja é mêmo, do melhor.
Bugingas: Podes crer, então sa gaja tomásse banho, ficava mêmo gira gira gira.
Katsumba: E um bocadinho de cabelo também não lhe fazia mal!
Bugingas: É pá, ya, eu gostava mais quando ela tinha cabelo!
Katsumba: Ya, e dentes...
Bugingas: Tás parvo ou quê? Ela tem dentes man!!
Katsumba: Tem nada!
Bugingas: Tem tem! Tem um ali escondido, ela é que nunca se ri...não dá pra ver.
Katsumba: Pa mim pá, a pior cena dela...é o vício.
Bugingas: O de espremer borbulhas?
Katsumba: Não man...
Bugingas: Já sei, o de andar sempre a limpar as unhas com a agulha das seringas...a gaja tem a panca da higiene.
Katsumba: Não man! O da sopa de letras!
Bugingas: Ah! Ya.
Katsumba: Um gajo tá na cena, e tal, e ela põe-se a preguntar onde estão as palavras...
Bugingas: Ya, o livrinho a dançar de um lado para o outro, como é que vou descobrir «assembleia»?
Katsumba: Ya man, surreal! Mesmo assim no outro dia descobri «austeridade».
Bugingas: Ya, a gaja é bué inteligente...
Katsumba: Podes crer man, acho que sai à mãe...
Bugingas: Né nada pá, é ao pai!
Katsumba: Eu acho que é à mãe, mas olha, se um dia se souber quem é um e outro...tiramos isso a limpo!
Bugingas: Ya man! Mas que noite...
Katsumba: Esta?
Bugingas: Não man, a passada!
Katsumba: Já na me lembro man!
Bugingas: De quê!!?

 

Inté

publicado por Avózinha às 23:46

Outubro 08 2011

Não existem palavras mágicas, as palavras são mágicas.

 

Inté

publicado por Avózinha às 15:30

Outubro 04 2011

Tuga1: Ouve-me bem esta notícia!
Tuga2: Conta.
Tuga1: Diz aqui no jornal, que, José Castelo Branco anda metido orgias...
Tuga2: Xiiiiiiii caramba! Onde é que isto vai parar!?
Tuga1: Podes crer...
Tuga2: Tsst! Ao nível a que chegaram as orgias...

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:47

Outubro 03 2011

O país dos três «F’s», Fado, Futebol e Fátima (não sei muito bem qual a ordem correcta), já era, numa espécie de ranking, um Top 3 vá. Pois bem, como todo o ranking, este, também vai sofrendo alterações, como tal, creio que os três primeiros lugares estão agora ocupados de outra forma, isto, sem o compromisso de ter que os ir actualizando sempre que necessário, tenho coisas mais importantes que fazer, apesar de momento não me ocorrer nenhuma nesta minha vida fútil.

 

O Futebol mantém-se, os outros dois cederam a sua posição para, «FMI» e «Falcatrua», se bem que os mais críticos duvidam se este último alguma vez abandonou o pódio. Há ainda que ressalvar a espectacular reentrada do FMI, um regresso (in)esperado, mas que pela terceira vez, e que há terceira seja de vez, toma conta da classificação de forma absolutamente fulgurante. Mas nestas coisas o povo é soberano, temos de respeitar o quadro de honra descrito, já bastou os tempos da ditadura em que a informação veiculada era controlada por meia dúzia de cabeçudos.

 

Poder-se-á dizer que os cabeçudos sofrem do mesmo “mal” que os pães, do milagre da multiplicação, talvez sejamos uns 10 milhões na actualidade, de pães ou cabeçudos cada um de vós que faça o juízo.

 

A disputa pelos lugares cimeiros tem-se mantido intensa, e só com grande determinação «FMI» e «Falcatruas» têm conseguido garantir a dianteira, isto apesar da intensa disputa entre sérios opositores danadinhos por atacar a liderança. Só para citar alguns, «Fantochada», «Fanfarronice», «Falácia» e «Futilidade» andam ali mesmo à beirinha a lutar por um lugar ao sol no país dos três «F’s».

 

A «Falácia» por sua vez, já mostrou a sua indignação perante a divulgação destes resultados, alegando que tudo não passa de um engano, um verdadeiro logro, apontando a responsabilidade à «Falcatrua» por adulterar os resultados, a «Falcatrua» por sua vez diz que está cansada destas teorias falaciosas e não aceita lições de honestidade. O lugar do «Futebol» esse, mantêm-se inatacável, talvez porque consiga manter boas relações com os seus «competidores» mais directos, há até suspeitas de alguma entreajuda entre o Top 10.

 

No meio de toda esta disputa, a «Felicidade» já reclamou, diz-se sentir como uma canção portuguesa candidata ao festival da eurovisão, gerando sempre grandes expectativas, mas que acabam sempre goradas pelos últimos lugares.

 

Inté


Setembro 28 2011

DEUS: Avózinha, estou aqui enrascado, podes ajudar!?
AVÓZINHA: Claro! Não sou Deus, por isso podes sempre contar comigo.
DEUS: ...tens graça tens, escuta, tenho aqui um fulano do FMI...
AVÓZINHA: Então? Estás com problemas nas contas?
DEUS: Não é nada disso, não sei se o deixe entrar ou o mande para o inferno, queria a tua opinião. O que achas?
AVÓZINHA: Definitivamente, deixa-o entrar.
DEUS: Posso saber o porquê da tua apreciação?
AVÓZINHA: Sabes que eles também estão aqui, não sabes?
DEUS: Sim, sei.
AVÓZINHA: Bom, cá as opiniões divergem...
DEUS: (...???...)
AVÓZINHA: Mas muitos dizem, ainda bem que eles vieram, pois só assim se fará o que sucessivos governos foram incapazes.
DEUS: E...?
AVÓZINHA: E? Se esta teoria estiver certa, é mesmo do que a tua governação anda a precisar.
DEUS: (suspiro) Obrigadinho pela ajuda.
AVÓZINHA: Já sabes que podes sempre contar com a minha ajuda.
DEUS: Sei sei, mas olha, e se essas teorias estiverem erradas?
AVÓZINHA: Se estiverem erradas, podes começar a rezar por um milagre.
DEUS: (...)
AVÓZINHA: Tens de ter fé, acreditar.
DEUS: Sabes porque gosto de ti? Porque és sempre honesto comigo.
AVÓZINHA: Ainda bem. Mas faz assim. Tu dás o céu a quem se portou bem cá em baixo, certo?
DEUS: Certo.
AVÓZINHA: Então, deves saber o que o sujeito fez em vida!?
DEUS: Claro.
AVÓZINHA: Simples, faz o teu juízo, e decide.
DEUS: Não me ensines o ofício, isto não é fácil, não gosto de cometer injustiças.
AVÓZINHA: Pois, ninguém é perfeito, e se tu nos criaste à tua imagem...
DEUS: Acho que tens razão!
AVÓZINHA: Eu também acho! E já decidiste? Se deixas entrar ou não?
DEUS: Já!
AVÓZINHA: E?
DEUS: Não te digo.
AVÓZINHA: Porquê, estás a vingar-te do que disse?
DEUS: Não, para isso o tempo há de chegar...segredo profissional.
AVÓZINHA: Dar-te-ei a outra face.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:15

Setembro 22 2011

Não há pessoas boas de mais, há é gente má a tirar partido.


Inté

publicado por Avózinha às 22:44

Setembro 20 2011

ilha
(latim insula, -ae)

s. f.

1. Espaço de terra cercado de água por todos os lados.

2. [Portugal: Douro]  Grupo de casas isoladas de outras habitações e cercado de ruas por todos os lados.

3. Pátio cercado de habitações pobres.

 

O dicionário não está (diz o Avózinha) completo, falta:

 

4. Grande buraco cercado de água por todos os lados.

 

Não me lembro de na escola falarem desta última, mas, e apesar de a minha mãe bem me avisar, ás vezes estava distraído, deve me ter escapado.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:28

Setembro 19 2011

Tuga1: Mas afinal vai haver ou não TGV.
Tuga2: Depende!
Tuga1: Depende? Do quê?
Tuga2: Do tempo!
Tuga1: Do tempo?
Tuga2: Sim, há tempo não havia por falta de dinheiro...
Tuga1: Hum...então e agora, em que tempo estamos?
Tuga2: Agora parece que já talvez possa haver.
Tuga1: Isto o tempo...já não é como antigamente, anda todo descontrolado.

 

Inté

publicado por Avózinha às 19:15

Setembro 17 2011

Há dias em que o mundo me pesa tanto nos ombros, outros em que daí podia vir outro tanto, feitas as contas em nenhum deles me apetece perecer, desistir nem pensar. Vergo, luto para não claudicar de vez, doem-me umas mais que outras, já nem sei se resisto apenas por mau perder, se por teimosia, mas a seguir a alguns momentos mais frágeis, de desespero, ranjo os dentes, e uma energia vinda nem de sei donde, toma conta de mim e diz-me para não desistir.
Não, ainda não é hora de jogar a toalha ao chão, afinal de contas o que são umas idas ao tapete comparado com os teus sonhos, nada de desperdiçar tanto empenho e resistência despendida até agora, o suor está pela hora da morte e o meu vale mais que toda a riqueza do universo, sendo assim, tanto investimento não é para jogar fora.
É tudo uma questão de escolhas, e eu, escolho não desistir, vou sim refazer as contas, talvez ainda possa fazer mais ou sobretudo fazer melhor, dai-me só um pouco de tempo, preciso de algum repouso para recuperar o fôlego, refazer a estratégia, sim, porque quando voltar e já que o quero fazer, terei de ser mais e melhor.
Tenho de me realinhar, talvez reinventar-me, talvez reconectar-me com a energia certa, apenas uma certeza, não posso vender a alma nem abdicar de ser uma pessoa um pouco melhor todos dias, pois esse é o único objectivo que só de mim depende, portanto o mais provável de ser alcançado de todos.
Há dias em que não sei se estou preparado, em que duvido se lá chegarei, outros em que me esqueço de que estou mais do que determinado a buscar, porém, mesmo nesses, prossigo, sem a certeza de que vou lá chegar, mas sem dúvidas de que vou tentar.

 

Inté

publicado por Avózinha às 15:39

Setembro 15 2011

Dar valor ás “coisas” quando não as temos não é bom senso, é lógica, a verdadeira sabedoria está em valorizar o que temos, enquanto temos.

 

Inté

publicado por Avózinha às 22:54

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